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Gestão do Caos no SESC CPF

Nos dias 10 a 13 de julho de 2017, realizamos no Sesc CPF o workshop Gestão de Espaços Culturais Colaborativos, que chamamos também de Gestão do Caos!

Workshop elaborado através da experiência e registro das práticas de gestão de espaços e processos colaborativos que acontecem desde 2010 no Condomínio Cultural. A gestão de um espaço independente é um desafio constante no cenário da gestão cultural, envolvendo pessoas, equipamentos, programação, comunicação, o próprio espaço físico, sua manutenção e memória. O workshop pretende revelou experiências de colaboração cultural, perspectivas de inovação em gestão e sustentabilidade. Como convidado especial, o espaço cultural Vila Flores de Porto Alegre participou do workshop.

Condomínio Cultural (SP)
Associação de artistas e pessoas interessadas em discutir formas e potencialidades de convivência. Qualificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público – OSCIP e credenciada como Ponto de Cultura, ocupa um antigo prédio na Vila Anglo Brasileira, onde também já funcionou uma escola e um hospital até o ano de 1995.

Em 2010, depois de 15 anos de abandono, o local passa a ser transformado por meio da ocupação de diversos grupos e artistas, com o desejo de transformar o um espaço em um lugar de liberdade e de fluxo, livre e aberto a criação e a experimentação, onde ideias e pessoas sejam motivadas a se juntarem, passando por diferentes formas de organização.

Associação Cultural Vila Flores (RS)                                                                       Associação sem fins lucrativos,  responsável pela programação cultural do espaço e pela articulação junto ao poder público, à iniciativa privada e à sociedade em prol dos interesses da comunidade artística e criativa do Vila Flores, buscando promover a integração com a comunidade do entorno, localizado em Porto Alegre (RS) em um conjunto, construído entre os anos 1925 e 1928 pelo engenheiro-arquiteto Joseph Franz Serrafa Lutzenberger.

http://centrodepesquisaeformacao.sescsp.org.br/atividade/gestao-de-espacos-culturais-colaborativos

Oficina de mobilização criativa de recursos

Curso elaborado através de pesquisas e experiências práticas de gestoras culturais que experimentaram variados tipos de captação de recursos através de Crowdfunding, Matchfunding, relação com fundações internacionais e outras possibilidades que fogem dos tradicionais editais e leis de incentivo.

QUANDO?

Dias 17 e 17 de janeiro – SESC CPF/ São Paulo – REALIZADO

Dia 10 de maio – Condomínio Cultural – SP – REALIZADO

Dia 24 de junho – Condomínio Cultural – SP – ABERTO

 

Nesse link a pesquisa sobre Matchfunding para download:

Matchfunding

O desafio no cenário de inovação em captação de recursos é uma constante no dia-a-dia do gestor cultural, onde Crowdfunding e Matchfunding são modalidades que crescem no contexto nacional e internacional, e que são ainda pouco exploradas pelos financiadores brasileiros.

TEMAS ABORDADOS

Prática e Conteúdo

Captações tradicionais e alternativas

Onda Colaborativa e Captação Coletiva

Crowdfunding e Matchfunding

Criatividade na forma de ver um projeto

Pré produção e pós produção também são recursos

Gestores culturais influenciam patrocinadores

Leis de Incentivo

Redes de Contato

Comunicação para sustentabilidade

Planejamento e comunicação são a base para provocar encontros, diálogos e novas construções no campo da colaboração cultural e também são abordados.

PÚBLICO ALVO

Produtores e gestores de projetos culturais, sociais, educativos, ativistas e ambientais.

METODOLOGIA

É baseada em apresentações de casos práticos que subverteram as lógicas mais tradicionais de captações de recursos e obtiveram sucesso. Assim, após os casos, são apresentados os conceitos por trás de tais experiências, de forma a proporcionar um aprendizado mais dedutivo, menos expositivo e unidirecional. A troca de experiências, portanto, é estimulada durante todas as etapas, já que o público alvo costuma trazer bagagens pessoais que complementam o conteúdo, e possibilitam um coaching colaborativo entre os projetos da turma. Duas atividades práticas visam amalgamar o conteúdo do dia, de maneira prática e útil após o término da formação.

A principal meta da atividade é fazer com que os projetos sejam olhados de uma forma ampliada, criativa e atrativa para diferentes fontes de recursos.

 

JONAYA DE CASTRO

Gestora cultural e idealizadora do labExperimental.org, coautora do Guia “Inspirador” com o Instituto Goethe e MinC e da publicação “Matchfunding, Captação Criativa”, financiada via PROAC de Economia Criativa da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.

DANIELA TEIXEIRA

Foi gestora cultural do movimento Pimp my Carroça, e coautora da publicação “Matchfunding, Captação Criativa”, financiada via PROAC de Economia Criativa dSecretaria de Cultura do Estado de São Paulo. Trabalhou na Secretaria de Economia Criativa do Ministério da Cultura.

MAIS INFOS

lab@labexperimental.org

Proposta de workshop Inspirador

Workshop INSPIRADOR, dá pra fazer produção cultural de outro jeito

O workshop é baseado no Inspirador  (www.goethe.de/ins/br/lp/pro/Inspirador.pdf), iniciativa do Instituto Goethe e Ministério da Cultura, com conteúdo resultante de muitas rodas de conversa com produtores culturais independentes e makers para repensar e exercitar um jeito sustentável de fazer eventos culturais.

foto inspirador 1

Baixe a apresentação em pdf:

workshop_inspirador

Inspirador – manual de produção cultural

O projeto Inspirador, iniciativa do Instituto Goethe e do Ministério da Cultura, é uma sistematização de conteúdo resultado de muitas rodas de conversa com produtores culturais independentes e makers para repensar e exercitar um jeito sustentável de fazer eventos culturais.

abacaxi

O labE participou na elaboração e sistematização do Inspirador 🙂

// mapa/check list de ideias práticas de produção cultural
// organizado em hashtags (#)
// dá pra usar digitalmente ou impresso em casa
// dá pra levar a campo, rabiscar, compartilhar com a equipe, e ”checkar” os itens
// colabora com ideias práticas ao enfrentar os “abacaxis” da produção de eventos culturais