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13 de junho na praça elis regina

#roleguiado na Praça Elis Regina no dia 13 de junho

Intervenção Artistico Visual na Praça 

baixe o audioguia do Rolê Praça Elis Regina & Nascente do Iquiririm

Finalizando e fechando o projeto, todo o material desenvolvido e que já estará em rede será exibido na Praça Elis Regina, dia 13 de junho,  utilizando tecnologias como VideoMapping e projeções, tornando todo o espaço ocupado pelas imagens do próprio bairro. A ideia é transformar a praça numa grande galeria a céu aberto, tudo que foi registrado durante o Rolê Guiado, enaltecendo a comunidade local em uma grande intervenção visual coletiva.

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#programação

11h – Primeira saída para o Rolê Praça Elis Regina & Nascente do Iquiririm (e se tiver gente querendo fazer o Rolê Pq da Fonte tb)
labexperimental.org/roleguiado

13h – Segunda saída para o Rolê Praça Elis Regina & Nascente do Iquiririm (e se tiver gente querendo fazer o Rolê Pq da Fonte tb)
labexperimental.org/roleguiado

16h – som na praça

17h – Pakitus Cueca Cuela
https://www.youtube.com/watch?v=Nxc1-cFW0ps

18h – Ozorio Trio + Projeção Mapa FotoAfetivo Rolê Guiado Butantã
https://soundcloud.com/ozoriotrio
www.facebook.com/ozoriotrio
https://www.youtube.com/watch?v=ReLkhET0Sz4

19h – Grafite Digital com Achilles Luciano + Projeção Mapa FotoAfetivo Rolê Guiado Butantã + som na Praça
https://www.youtube.com/watch?v=r-M84z2TTLQ

Olha nosso vídeo da primeira intervenção 🙂
https://www.youtube.com/watch?v=nJUPg0QbDF0

O projeto Rolê Guiado Butantã é laboratório de audiovisual e de formação livre em remixologia e ocupação do espaço públicoatravés da linguagem criativa, fotografia. O Rolê faz parte do edital Redes e Ruas, da Prefeitura de SP, e é uma parceria com a Escola Amorim Lima e o Studio Luzia   O laboratório foi realizado através de oficinas de criatividade e fotografia na Escola Desembargador Amorim Lima, rolês fotográficos guiados por áudio, “mapeamento foto-afetivo” com foco em sustentabilidade urbana, para resultar na ação principal:  intervenções visuais na praça wifi Elis Regina para apresentação pública dos trabalhos realizados.

O Rolê

A equipe do rolê é Jonaya de Castro, Hércules Laino, Pri Cavalieri, Paulo Pereira e amigos convidados e alunos da Escola Amorim Lima. Através de um mapeamento prévio dos pontos e personagens históricos do bairro,  produzimos dois audioguias que servem de trajeto para os “rolês fotográficos”. Os audios indicam aos participantes os caminhos a serem percorridos e os locais a serem fotografados, além de narrar a importância e a história do ponto escolhido.

As fotos alimentam um instagram @roleguiado como uma galeria virtual, pronta a buscar (via hashtags #roleguiado #rolebutanta #redeseruas), a memória histórica e o mapeamento afetivo local.

As oficinas aconteceram na Escola Municipal Desembargador Amorim Lima que, a partir das atividades culturais oferecidas em seu espaço, chegou a ganhar o Prêmio Cultura Viva, tornando-se mais um ponto de cultura na cidade de São Paulo, e também reconhecida pelo seu modelo pedagógico e por suas “salas sem parede”, baseado na Escola da Ponte de Portugal.

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Roda de conversa nas Fábricas de Cultura

A temática da conversa era “A Internet como um espaço livre para o aprendizado”. No roteiro do batepapo, passamos pela história da internet, marco civil, LAI, crowdfunding, mídia livre, remixologia e, claro, o facebook ( o facebook é o site mais citado pelos jovens, com 71,9% de aparição nas respostas da Pesquisa Brasileira de Mídia 2014, do Observatório da Imprensa).

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O facebook ocupa a maior parte do tempo digital dos adolescentes, sabemos pela pesquisa e na prática.  Mas a diversidade de assuntos e a dinâmica de produção de conteúdo dessa rede social pode ser um aliado ao aprendizado? Pode. Depende do que você está produzindo e consumindo de conteúdo. Outro fator importante é se conectar aos jovens, compartilhando outras referências de aprendizado, como por exemplo o portal nobelprize.org/educational, ted.org e outros.

Mas como juntar biblioteca (de livro de papel) com cultura digital? Saímos da roda com essa pergunta na cabeça!

Foram 5 conversas nas Fábricas de Cultura: Brasilândia, Cachoeirinha, Jaçanã, Capão Redondo e Jd. São Luis, fábricas orientadas pela Poiesis. As conversas aconteceram dentro da programação das bibliotecas, onde também tem um laboratório digital.

Em três momentos, educadores me questionaram: como fazer com que os alunos não apenas copiem e colem do google o trabalho escolar? Como motivar o estudo, a análise e a reflexão na era CtrlC CtrlV? E voltem a usar (também) livros para pesquisa?

Ficamos bastante motivados pelo desafio: construir uma metodologia para oficinas que remixem a pesquisa na Internet com os conteúdos nos livros não-digitais!

 

 

 

A INTERNET COMO ESPAÇO LIVRE PARA O APRENDIZADO

< roda de conversa >

A internet é um campo experimental cheio de novidades e perigos!
Para entender a potencialidade dessa rede, conversaremos sobre remixologia, crowdfunding, cultura hacker e muito mais! As rodas de conversa serão nas Fábricas de Cultura. Atividade gratuita, sempre as 18 horas.

// dia 06 de maio, quarta-feira, na fábrica de cultura Vila Nova Cachoeirinha
// dia 12 de maio, terça-feira, na fábrica de cultura Brasilândia
// dia 13 de maio, quarta-feira, na fábrica de cultura Capão Redondo
// dia 19 de maio, terça-feira, na fábrica de cultura Jaçanã
// dia 20 de maio, quarta-feira, na fábrica de cultura Jardim São Luís

Rolê Guiado

Ocupação do espaço público, cultura digital, laboratório audiovisual e valorização da memória local. Faça um remix com tudo isso e… tãn-dãn, você terá o Projeto Rolê Guiado, o mais novo projeto do LabExperimental em parceria com o Coletivo Studio Luzia e com a Escola Amorim Lima.

O Projeto Rolê Guiado é um laboratório de audiovisual e formação livre em remixologia e ocupação de espaço público. O laboratório será realizado através de oficinas de fotografia com aparelhos celulares,  tratamento de foto utilizando software livre; rolês fotográficos guiados por áudio, “mapeamento foto-afetivo” de pontos e personagens históricos do bairro, e intervenções visuais na Praça Elis Regina.

As Oficinas

Usaremos o software livre GIMP para as edições de imagem nas oficinas, incentivando a cultura hacker por meio da apropriação de ferramentas livres e autonomia.

O Rolê

Através de um mapeamento prévio dos pontos e personagens históricos do bairro, será produzido um audio que servirá de guia para os “rolês fotográficos”. O audio indicará aos participantes os caminhos a serem percorridos e os locais a serem fotografados, além de narrar a importância e a história do ponto escolhido. Todas as fotos irão alimentar um mapa e uma galeria virtual, pronta a buscar (via hashtag), a memória histórica e o mapeamento afetivo local.

Intervenção Artistico Visual na Praça 

Finalizando e fechando o projeto, todo o material desenvolvido e que já estará em rede será exibido na Praça Elis Regina, utilizando tecnologias como VideoMapping e projeções, tornando todo o espaço ocupado pelas imagens do próprio bairro. A ideia é transformar a praça numa grande galeria a céu aberto, tudo que foi registrado durante o Rolê Guiado, enaltecendo a comunidade local em uma grande intervenção visual coletiva.

As oficinas acontecerão na Escola Municipal Desembargador Amorim Lima que, a partir das atividades culturais oferecidas em seu espaço, chegou a ganhar o Prêmio Cultura Viva, tornando-se mais um ponto de cultura na cidade de São Paulo, e também reconhecida pelo seu modelo pedagógico e por suas “salas sem parede”, baseado na Escola da Ponte de Portugal.

Aprovado no Edital Redes e Ruas, o Projeto Rolê Guiado iniciará suas atividades em fevereiro, quando abrirá chamada pública para inscrição nas oficinas. No caso de esgotamento das vagas será dada preferencia aos alunos da escola.

Água, sua linda

agua sua linda

DICA
#midialivre
#remixologia

A página traz uma série de dados de relatórios públicos em formatos mais criativos como infográficos e ilustrações. A ideia é lutar pela transparência de informação sobre a situação das nossas fontes de água e sobre as soluções para lidar com a escassez no curto e longo prazos. E na próxima segunda-feira teremos a oficina online com a criadora da página: Patrícia Kalil. Inscrições pelo lab@labexperimental.org

https://www.facebook.com/aguasualinda

Oficina Hackerativismo no Sesc Pompéia

Mini curso de hackerativismo no Sesc Pompeia
dias 20, 22, 27 e 29 de janeiro
das 19 as 22h
inscrições nos dias das oficinas

* debate sobre cultura digital e dados abertos, cultura hacker, conceitos e técnicas de recolhimento e visualização de dados em conjunto com os participantes da oficina, a fim de que eles se apropriem dos processos criados e os utilizem, de forma autônoma, para coletar, produzir e disseminar informações estratégicas que abordem temáticas de direitos humanos.

Orientação: Jonaya de Castro e Patricia Cornils.
http://www.sescsp.org.br/aulas/51126_HACKERATIVISMOhackeativismo1

Sarau pela internet remixa São Paulo e Ceilândia

Foram três dias de oficina, no espaço Jovem de Expressão, na Ceilândia, Distrito Federal, para passarmos pela metodologia de produção cultural e comunicação do labE (#Ocupação de Espaço Público #Modelos de Organização  #Mídia Livre  #Remixologia). E em três dias organizamos uma intervenção urbana, o SARAU CONEXÃO CEI – SP #SarauCeiSP

A ideia foi juntar presencialmente e pela internet artistas e poetas de São Paulo e Ceilância para um sarau remix em praça pública. O sarau estava marcado para começar às 10h, e a equipe se encontrou às 8h para montar os equipamentos e fazer todos os testes necessários. Fizemos uma vaquinha para comprar alimentos para tomarmos café da manhã juntos. Essa atividade era mais uma oportunidade de aproximar mais a galera, além de já ir colocando a equipe em sintonia.

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galera que participou das oficinas do labE na Ceilândia e produziu o Sarau Conexão CEI-SP

Todos os equipamentos (tv, caixa de som, mesa, cabos e microfone) foram emprestados pelo espaço Jovem de Expressão. O mestre de cerimônia do dia foi o Mc Nenzim, artista que faz trabalhos com rap e tem seu trabalho reconhecido pela comunidade. O evento intercalou participações dos artistas locais, com intervenções de artistas convidados diretamente de SP que aconteceram via skype. As intervenções dos paulistas ficaram por conta da atriz Roberta Estrela Dalva, do cantor e compositor Wesley Nóog, do poeta Duguetto Shabazz e dos rappers Tiago Onidaru e Issa Paz do Grupo Rimologia.

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“É a primeira vez que eu vou pra Brasilia”, Tiago Onidaru – rapper paulista que participou do Sarau via Skype

“O LabE foi uma atividade extremamente rica e proveitosa para mim. Os tópicos abordados são de muita importante nos dias atuais, principalmente no que se refere a mídia livre e ocupação de espaço público. Nossa cidade é cheia de manifestações culturais e o LabE nos auxiliou, de certa forma, a entender como realizar a organização e gestão dessas manifestações de uma forma simples e eficiente. Nos últimos dias colocamos boa parte dos conhecimentos adquiridos em prática na realização de um sarau maravilhoso. Fico na esperança do retorno de tais oficinas para minha comunidade”, comenta Gustavo Azevedo, participante da oficina.

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Problemas de conexão com a internet e na transmissão dos vídeos eram nossas principais preocupações, mas felizmente todas as participações via skype ocorreram perfeitamente!

A estimativa é que durante as três horas de sarau mais de 60 pessoas transitaram pelo evento, alcançando um público médio de 40 por hora. As pessoas mais tímidas que não queriam apresentar seus poemas penduravam-nos no varal para que alguém lesse no palco, durante o sarau.

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Veja tb o vídeo e tãn-dãn.. uma semana depois da intervenção produzida através das oficinas do LabE a galerinha do espaço Jovem de Expressão já organizou um sarau em um bar na comunidade.

Intervenções criativas e oficinas em todo Brasil

Estamos na 3ª edição do processo de formação do labExperimental Brasil. Belém do Pará, Juiz de Fora (Minas Gerais), São Paulo, Vitória da Conquista (interior da Bahia) e  Lagoa de Itaenga (Pernambuco) abriram inscrições para oficinas em escolas e centros culturais e já começaram as intervenções criativas.

Juiz de Fora, Minas Gerais  _  rolaram oficinas de pinhole, HQ e lambe-lambe, no dia 18 de maio, no centro cultural Dnar Rocha. Neste dia a turma formada com alunos da UFJF e artistas da cidade facilitaram oficinas para um público diverso. “As oficinas focaram na discussão sobre a poluição do Rio Paraíbuna e, como fechamento, vamos propor uma ação na Feira da ‘Avenida Brasil’, onde além de expor as produções, faremos intervenções através de ‘lambe-lambes’. O mais bacana de todo o processo foi ver como é possível fazer coisas em conjunto e mobilizar gente que quer fazer”, conta Elisiana, que é estudante de artes na UFJF e coordena o labE JF.

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galera de Juiz de Fora, MG, na oficina de lambes do labE

São Paulo, SP_ Ingrid Cuestas comanda o labE em parceria com o Festival Disco Xepa, uma intervenção coletiva contra do desperdício de comida. Numa ação propositiva em prol do consumo consciente e do reaproveitamento de alimentos, duas oficinas do labE coordenadas pela Ingrid foram super produtivas: a de pílulas de vídeo e a de memes. Foram mais de 30 memes produzidos e 12 depoimentos em pílulas de vídeo. Quatro dias de festival debateram sobre novas ferramentas para a construção de uma economia sustentável e horizontal na alimentação, dos dias 14 a 17 de maio. “No último dia, no marco do Food Revolution Day, fizemos uma grande xepa e cozinhamos juntos em um ambiente de celebração, com música e apresentações artísticas, além da “Feirinha da Mudança”, conta Ingrid.

Lagoa de Itaenga, Pernambuco _ as oficinas começaram com 14 jovens da escola João Vieira Bezerra. O primeiro encontro foi para conhecer a proposta do LabE e conhecer o grupo, num exercício de reflexão sobre “quem sou eu?”, “quem somos nós?” e qual a relação da juventude com a política. “Além da roda de diálogo, a dinâmica permitiu a produção de um texto coletivo (que ainda será publicado), através de reflexões sobre questões pessoais, de convívio social e político. A ideia da intervenção é gravar mini vídeos com câmeras de bolso e outros aparelhos de gravação trazidos pela galera”, conta Romário Henrique, orientador da turma do labE em Pernambuco.

Vitória da Conquista, Bahia _ na oficina “América, que Vila é essa?“ será proposta a captura de imagens do bairro Vila América e a produção de uma narrativa colaborativa. A oficineira Izis norteará o processo de captura e organização destas imagens relacionando-os com os eixos temáticos #ocupaçãodoespaçopúblico e #modelosde organização, trabalhados nas oficinas de formação do labE.

Belém do Pará_ as mulheres do Coletivo Casa Preta se uniram com a Associação Ilê IYabá Omi – Aciyomi, Terreiro de Candomblé da nação Ketu, para inserir as atividades do labE nos 10 anos da associação. A partir de 23 de maio, serão oferecidas mini-oficinas aos sábados a tarde, de roteiro, fotografia e vídeo por celular, locução de rádio e edição de vídeo, além de cineclubes e rodas de conversa às sextas-feiras a noite, para juventude do bairro da Terra Firme. No encerramento das atividades será lançada a Rádio Portão Terra Firme, cujo mote é discutir qual espaço midiático é garantido à juventude negra e pobre na Amazônia. O lançamento da Rádio Portão Terra Firme será  transmitido ao vivo pela internet no dia 14 de junho. As inscrições estão abertas.

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Durante o processo de formação, nós, oficineiros do labE, nos conectamos via internet por 8 semanas para debatermos as propostas coletivamente. L ogo mais, em junho, anunciamos o 4º edital de formação do LabE para oficineiros de todo o Brasil 🙂