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Inscrições abertas: MULHERES NA POLíTICA

6º Edital de Formação LabExperimental 2015 – turma 6

De 19/07/15 a 08/08/15 estão abertas as inscrições do 6º Edital de Formação LabExperimental – Laboratório de Criatividade, no tema: MULHERES NA POLÍTICA – FORMAÇÃO CRÍTICA E CONJUNTURA

#mulheresnapolitica

O processo tem como principal objetivo experimentar um curso livre de formação de oficineiros através de encontros digitais, presenciais e através da experiência empírica.

EM BREVE DIVULGAREMOS A LISTA DE PALESTRANTES PARA AS OFICINAS.

O edital é destinado também a interessadas em desenvolver habilidades de arte-educação, educomunicação e processos colaborativos em conjunto com adolescentes, jovens e adultos em escolas e centros culturais.

Serão selecionadas 10 inscritas, que desenvolverão o projeto com treinamento e acompanhamento da equipe idealizadora. Podem se inscrever para o processo de formação maiores de idade de qualquer cidade do Brasil. O curso livre de formação LabExperimental é gratuito.

Metodologia:

Livre-discussão:
– 10 encontros (uma vez por semana) de formação à distância (internet).

Livre-prática:
– 6 oficinas de construção de intervenção na escola/centro cultural articulado na região
– 6 horas de ação cultural com os alunos na escola/centro cultural articulado na região

A seleção se dará em 3 etapas que iniciarão a partir do dia seguinte ao término das inscrições até 14 de agosto, data de divulgação do resultado. As etapas consistem na análise técnica da inscrição, oficina de pré-seleção (selecionará 30 candidatos), e a semana de avaliação baseada nos critérios de disponibilidade, pontualidade e assiduidade nas oficinas, trabalho em equipe e comprometimento.

O curso livre de formação será de 17 de agosto a 20 de outubro.
O resultado deverá ser de 10 intervenções culturais e pretende atingir direta e indiretamente 10 mil pessoas.

Mais infos:
labexperimental.org

DÚVIDA
entrar em contato com lab@labexperimental.org

“Música Negra e Movimento Black Power”, com Eugenio Lima

“(…) Frantz Fanon, Malcolm X, Mano Brown, James Brown, Nelson Mandela, Dona Ivone Lara, Bimba, Pastinha, eu posso colocar todo mundo que eu quiser numa fala porque essa ancestralidade e essas vozes se encontram com a minha voz porque eu sou negro. É uma vantagem filosófica incrível que o hip hop sabiamente foi utilizar no conceito de periferia. Quando o GOG fala que periferia é periferia aqui ou em qualquer lugar, ele tá falando também disso. Existe uma linha indivizível das periferias de todo mundo, que é análogo à nossa construção diaspórica”, Eugênio Lima.

Esse trecho compõe o vídeo da oficina online do Eugênio Lima no Cyberquilombo. Serão 8 vídeo-oficinas que integram o conteúdo produzido durante o curso CyberQuilombo, na quinta edição do Curso de Formação Online de Oficineiros LabE, que remixa africanidades com cultura digital.

Dentre os principais objetivos do projeto está contribuir para aplicação da lei 10.639, assinada e promulgada em 2003, que define que a temática afro-brasileira é obrigatória nos currículos dos ensinos fundamental e médio.

Nas discussões pedagógicas em torno da lei são identificados diversos desafios para o cumprimento pelas escolas. Um deles é a falta de material de formação para professores abordarem o assunto de maneira teórica e prática, sem reproduzir preconceitos existentes nos livros didáticos que narram a história do negro através de um olhar branco eurocentrista. Pretendemos através da documentação das falas dos palestrantes produzir video-oficinas sobre a temática de africanidades e cultura digital, afim de que as mesmas possam ser utilizadas para estudos online de professores do ensino básico interessados em aplicar a lei 10.639/03.

Vídeo 01: “Música Negra e Movimento Black Power”, com Dj Eugenio Lima, Membro Fundador do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos e da Frente 3 de Fevereiro, pesquisador da cultura afro-diásporica.

 

13 de junho na praça elis regina

#roleguiado na Praça Elis Regina no dia 13 de junho

Intervenção Artistico Visual na Praça 

baixe o audioguia do Rolê Praça Elis Regina & Nascente do Iquiririm

Finalizando e fechando o projeto, todo o material desenvolvido e que já estará em rede será exibido na Praça Elis Regina, dia 13 de junho,  utilizando tecnologias como VideoMapping e projeções, tornando todo o espaço ocupado pelas imagens do próprio bairro. A ideia é transformar a praça numa grande galeria a céu aberto, tudo que foi registrado durante o Rolê Guiado, enaltecendo a comunidade local em uma grande intervenção visual coletiva.

rolê-guiado_13junho_16_20h

#programação

11h – Primeira saída para o Rolê Praça Elis Regina & Nascente do Iquiririm (e se tiver gente querendo fazer o Rolê Pq da Fonte tb)
labexperimental.org/roleguiado

13h – Segunda saída para o Rolê Praça Elis Regina & Nascente do Iquiririm (e se tiver gente querendo fazer o Rolê Pq da Fonte tb)
labexperimental.org/roleguiado

16h – som na praça

17h – Pakitus Cueca Cuela
https://www.youtube.com/watch?v=Nxc1-cFW0ps

18h – Ozorio Trio + Projeção Mapa FotoAfetivo Rolê Guiado Butantã
https://soundcloud.com/ozoriotrio
www.facebook.com/ozoriotrio
https://www.youtube.com/watch?v=ReLkhET0Sz4

19h – Grafite Digital com Achilles Luciano + Projeção Mapa FotoAfetivo Rolê Guiado Butantã + som na Praça
https://www.youtube.com/watch?v=r-M84z2TTLQ

Olha nosso vídeo da primeira intervenção 🙂
https://www.youtube.com/watch?v=nJUPg0QbDF0

O projeto Rolê Guiado Butantã é laboratório de audiovisual e de formação livre em remixologia e ocupação do espaço públicoatravés da linguagem criativa, fotografia. O Rolê faz parte do edital Redes e Ruas, da Prefeitura de SP, e é uma parceria com a Escola Amorim Lima e o Studio Luzia   O laboratório foi realizado através de oficinas de criatividade e fotografia na Escola Desembargador Amorim Lima, rolês fotográficos guiados por áudio, “mapeamento foto-afetivo” com foco em sustentabilidade urbana, para resultar na ação principal:  intervenções visuais na praça wifi Elis Regina para apresentação pública dos trabalhos realizados.

O Rolê

A equipe do rolê é Jonaya de Castro, Hércules Laino, Pri Cavalieri, Paulo Pereira e amigos convidados e alunos da Escola Amorim Lima. Através de um mapeamento prévio dos pontos e personagens históricos do bairro,  produzimos dois audioguias que servem de trajeto para os “rolês fotográficos”. Os audios indicam aos participantes os caminhos a serem percorridos e os locais a serem fotografados, além de narrar a importância e a história do ponto escolhido.

As fotos alimentam um instagram @roleguiado como uma galeria virtual, pronta a buscar (via hashtags #roleguiado #rolebutanta #redeseruas), a memória histórica e o mapeamento afetivo local.

As oficinas aconteceram na Escola Municipal Desembargador Amorim Lima que, a partir das atividades culturais oferecidas em seu espaço, chegou a ganhar o Prêmio Cultura Viva, tornando-se mais um ponto de cultura na cidade de São Paulo, e também reconhecida pelo seu modelo pedagógico e por suas “salas sem parede”, baseado na Escola da Ponte de Portugal.

rolê-guiado_iquiririm-01 (2)l

Roda de conversa nas Fábricas de Cultura

A temática da conversa era “A Internet como um espaço livre para o aprendizado”. No roteiro do batepapo, passamos pela história da internet, marco civil, LAI, crowdfunding, mídia livre, remixologia e, claro, o facebook ( o facebook é o site mais citado pelos jovens, com 71,9% de aparição nas respostas da Pesquisa Brasileira de Mídia 2014, do Observatório da Imprensa).

Internet como espaço livre_rodadeconversa19_05_2015 (30)

O facebook ocupa a maior parte do tempo digital dos adolescentes, sabemos pela pesquisa e na prática.  Mas a diversidade de assuntos e a dinâmica de produção de conteúdo dessa rede social pode ser um aliado ao aprendizado? Pode. Depende do que você está produzindo e consumindo de conteúdo. Outro fator importante é se conectar aos jovens, compartilhando outras referências de aprendizado, como por exemplo o portal nobelprize.org/educational, ted.org e outros.

Mas como juntar biblioteca (de livro de papel) com cultura digital? Saímos da roda com essa pergunta na cabeça!

Foram 5 conversas nas Fábricas de Cultura: Brasilândia, Cachoeirinha, Jaçanã, Capão Redondo e Jd. São Luis, fábricas orientadas pela Poiesis. As conversas aconteceram dentro da programação das bibliotecas, onde também tem um laboratório digital.

Em três momentos, educadores me questionaram: como fazer com que os alunos não apenas copiem e colem do google o trabalho escolar? Como motivar o estudo, a análise e a reflexão na era CtrlC CtrlV? E voltem a usar (também) livros para pesquisa?

Ficamos bastante motivados pelo desafio: construir uma metodologia para oficinas que remixem a pesquisa na Internet com os conteúdos nos livros não-digitais!

 

 

 

A INTERNET COMO ESPAÇO LIVRE PARA O APRENDIZADO

< roda de conversa >

A internet é um campo experimental cheio de novidades e perigos!
Para entender a potencialidade dessa rede, conversaremos sobre remixologia, crowdfunding, cultura hacker e muito mais! As rodas de conversa serão nas Fábricas de Cultura. Atividade gratuita, sempre as 18 horas.

// dia 06 de maio, quarta-feira, na fábrica de cultura Vila Nova Cachoeirinha
// dia 12 de maio, terça-feira, na fábrica de cultura Brasilândia
// dia 13 de maio, quarta-feira, na fábrica de cultura Capão Redondo
// dia 19 de maio, terça-feira, na fábrica de cultura Jaçanã
// dia 20 de maio, quarta-feira, na fábrica de cultura Jardim São Luís

CyberQuilombo – Inscrições 2015 (1º Semestre)

De 10 à 28 de fevereiro estaremos recebendo as inscrições para o 5º Edital de Formação de Oficineiros LabE – CyberQuilombo.

O edital é destinado a interessados em desenvolver habilidades de arte-educação, educomunicação e processos colaborativos no tema “Afrikanidades”, em conjunto com adolescentes, jovens e adultos em escolas e centros culturais.

Serão selecionados 10 inscritos, que desenvolverão o projeto com treinamento e acompanhamento da equipe do LabE. Podem se inscrever para o processo de formação maiores de idade de qualquer cidade do Brasil. O curso é gratuito.

Serão 10 encontros (uma vez por semana) de formação à distância, via skype, nos quais será discutido, junto a palestrantes convidados, quatro eixos temáticos que fazem parte do laboratório de criatividade e cultura digital:

“Modelos de organização – A não-violência como ação política”, com Mikael Freitas, membro da Escola de Ativismo.
“Ocupação do espaço público”, com a arquiteta e urbanista, Laura Sobral. Integrante do Coletivo A Batatá Precisa de Você.
“Mídia Livre”, com jornalista Patricia Kalil, integrante da página ‘Água Sua Linda’
“Remixologia”, com a jornalista Jonaya de Castro, fundadora do LabExperimental e integrante do Ônibus Hacker.
Parte de Afrikanidades:

Conteúdos da temática afro que contextualizam os participantes e auxiliam a pensarem a melhor forma de gerar uma ação comprometida com a importância e complexidade do tema, tendo em mente que, desde 2003, o ensino de história e cultura afro é obrigatório nas escolas, mas sofre diversos problemas na sua implementação justamente por culpa das dificuldades de alguns professores em abordar o tema sem reproduzir os mesmos preconceitos que a eles foi passado durante sua formação.

“Literatura Negra e Pedagoginga”, com o educador e escritor Allan da Rosa, colunista da Revista Forum e autor do livro “Pedagoginga, Autonomia e Mocambagem”
“Música Negra e Movimento Black Power”, com Dj Eugenio Lima,Membro Fundador do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos e da Frente 3 de Fevereiro,pesquisador da cultura afro- diásporica.
“Mulher Negra e Feminismo”, com a historiadora Bergman de Paula, que atualmente tem como foco de pesquisa o trabalho, a memória e a identidade da mulher negra.
“Negritude, a partir da ideias de Frantz Fanon”, com Deivison Nkosi, professor do Departamento de Estudos Sociais História e Geografia da Faculdade de São Bernardo como Docente da Disciplina História da Cultura Afro-Brasileira e Indígena

A seleção se dará em 2 etapas que iniciarão a partir do dia seguinte ao término das inscrições até 06 de março, data de divulgação do resultado. As etapas consistem em: analise técnica das inscrições e conversa via skype com os pré-selecionados.

Link para inscrição: goo.gl/xeSjum

 

DÚVIDA
entrar em contato com lab@labexperimental.org

Rolê Guiado

Ocupação do espaço público, cultura digital, laboratório audiovisual e valorização da memória local. Faça um remix com tudo isso e… tãn-dãn, você terá o Projeto Rolê Guiado, o mais novo projeto do LabExperimental em parceria com o Coletivo Studio Luzia e com a Escola Amorim Lima.

O Projeto Rolê Guiado é um laboratório de audiovisual e formação livre em remixologia e ocupação de espaço público. O laboratório será realizado através de oficinas de fotografia com aparelhos celulares,  tratamento de foto utilizando software livre; rolês fotográficos guiados por áudio, “mapeamento foto-afetivo” de pontos e personagens históricos do bairro, e intervenções visuais na Praça Elis Regina.

As Oficinas

Usaremos o software livre GIMP para as edições de imagem nas oficinas, incentivando a cultura hacker por meio da apropriação de ferramentas livres e autonomia.

O Rolê

Através de um mapeamento prévio dos pontos e personagens históricos do bairro, será produzido um audio que servirá de guia para os “rolês fotográficos”. O audio indicará aos participantes os caminhos a serem percorridos e os locais a serem fotografados, além de narrar a importância e a história do ponto escolhido. Todas as fotos irão alimentar um mapa e uma galeria virtual, pronta a buscar (via hashtag), a memória histórica e o mapeamento afetivo local.

Intervenção Artistico Visual na Praça 

Finalizando e fechando o projeto, todo o material desenvolvido e que já estará em rede será exibido na Praça Elis Regina, utilizando tecnologias como VideoMapping e projeções, tornando todo o espaço ocupado pelas imagens do próprio bairro. A ideia é transformar a praça numa grande galeria a céu aberto, tudo que foi registrado durante o Rolê Guiado, enaltecendo a comunidade local em uma grande intervenção visual coletiva.

As oficinas acontecerão na Escola Municipal Desembargador Amorim Lima que, a partir das atividades culturais oferecidas em seu espaço, chegou a ganhar o Prêmio Cultura Viva, tornando-se mais um ponto de cultura na cidade de São Paulo, e também reconhecida pelo seu modelo pedagógico e por suas “salas sem parede”, baseado na Escola da Ponte de Portugal.

Aprovado no Edital Redes e Ruas, o Projeto Rolê Guiado iniciará suas atividades em fevereiro, quando abrirá chamada pública para inscrição nas oficinas. No caso de esgotamento das vagas será dada preferencia aos alunos da escola.

A teoria da batata quente

“Se você tiver um grupo para passar a batata, sua mão não queimará, e ainda dá pra dividir a batata depois :)”

Ler ouvindo isso aqui ó

A roda está formada! Todo mundo quer brincar, mas diferente da brincadeira tradicional, o objetivo não é passar a batata, mas sim que cada um segure um pouquinho a batata colaborativa. Esse é o modelo de organização que o labE propõe  para a formação dos laboratórios criativos de intervenção (nas escolas).

Definição – Colaborar: Trabalhar com uma ou muitas pessoas numa obra; cooperar;

Estar junto, confiar, engajar são verbos que moldam e fazem parte do processo de construção de um modelo participativo de organização. Incentivar a livre construção do conhecimento, motivar e construir ideias que sejam coletivas e desemboquem numa ação.

Prá valorizarmos nossas propostas e ativar a inteligência coletiva da comunidade, que outros modelos de organização podemos construir? Ou quais modelos mais interessantes podemos remixar?

Durante o processo de interação entre membros do labE, vamos aos poucos criando vínculos de ideias e pesquisas. Num ambiente de provocação e de conversação, toda segunda a noite, cada participante se propõe a pegar a batata quente na mão, e repassar o tubérculo. A medida em que se compartilha, a potato vai ficando mais leve.

A proposta é um descondicionamento do formato ensino-aprendizagem e um rolê de troca de experiências #crowdcooking #openKitchen #feverpotatos

#confiança #construção livre do conhecimento #desapego #provocações #representação #engajamento #apropriação da ação #colaborativa #ideia #modelo #organização

Texto colaborativo de Hércules Laino, Larissa Santiago,Thiago D’Angelo, Jonaya de Castro, Janis Goldbard, Chiquim Candido, Lorena de Lima e Simone Dornelles, numa segunda-feira a noite, do Acre a Porto Alegre.

 

aula do labE sobre #remixologia

Captura de pantalla 2014-08-29 a las 18.03.00

Um dos trabalhos que curtimos muito, como conteúdo e formato remix, é o Yes We Scan, sobre o Marco Civil da Internet, NSA, Obama, Snowden and the american way of watch you rendeu uma conversa boa da turma do labE sobre #remixologia com o Breno Castro, editor do Espaço Húmus, na nossa reunião semanal por skype.

O objeto deste remix é a relação entre o Marco Civil da Internet no Brasil e a denúncia realizada por Edward Snowden sobre a espionagem de dados pessoais na web em escala global realizada pela inteligência dos EUA.

Leia mais aqui:

http://www.espacohumus.com/remix/yes-we-scan/#inicio

Os muitos mapas de público da Virada Cultural

Na última Virada Cultural,  produzimos a intervenção < Mapa de Público >

Nessa sequência de imagens, dá para acompanhar o fluxo dos pontos e trajetos das pessoas que interagiram com o app Mapa de Público, ou encontraram algum dos monitores que circularam pela Virada.

A sensação foi de conseguir “fazer um selfie” de uma multidão, e ela se mostrou linda e tangível num momento de festa”, Demétrio Portugal, integrante do Mapa de Público.

“A “foto/mapa” nessa intervenção, não veio de encontro com uma análise estatística do público, mas uma proposta interativa,  experimental e em dados abertos”, Jonaya de Castro, integrante do Mapa de Público.

 O Mapa de Público o processo foi de P2P, um-pra-um, que aos poucos, ao longo das horas e dos minutos foram traçando um caminho abstrato pelos palcos da Virada Cultural , bem como pontuando suas respectivas origens globais”, Felipe Brait, integrante do Mapa de Público.

Em breve, publicaremos os dados abertos e o código do app.