INFORME LABE NOVEMBRO

Oi pessoal, as novidades de novembro são:

// últimos dias para se inscrever no curso online Cyberquilombo

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O CyberQuilombo é um Curso de Formação Online de Oficineiros LabE que remixa africanidades com cultura digital, e esta setima edição é financiada pelo edital Vai Tec, da prefeitura de São Paulo

O labExperimental é um projeto online de formação livre, pautado no debate de cultura de rede, sistematizado em quatro eixos: organização de coletivos, ocupação do espaço público, mídia livre e remixologia. De 2013 a 2015, produzimos 6 edições do curso de formação online.

Estão abertas as inscrições para o Cyberquilombo SP – 7º Edital de Formação de Oficineiros LabE até 11 de novembro!

// novo vídeo no ar: OCUPAÇÃO DO ESPAÇO PÚBLICO – LARGO DA BATATA, com Laura Sobral

Laura conta a trajetória do espaço do Largo da Batata, desde sua época onde acontecia um mercado livre, a reforma interminável do Largo e a intervenção contínua do coletivo A Batata Precisa de Você.

 

// labe de HACKERATIVISMO

Quer potencializar o tema de sua pesquisa com dados?

Estaremos com o LabExperimental de Hackerativismo – nessa oficina você poderá aprender mais sobre cultura digital e ativismo por meio de conceitos e técnicas de recolhimento e visualização de dados para construção de um trabalho colaborativo prático na área de transparência e dados abertos.

Onde e quando? Casa de Cultura Tendal da Lapa – 10, 17 e 24 de Novembro e 01, 10 e 17 de Dezembro, das 18:30h às 21h50. Inscrições pelo link https://goo.gl/9Fo1go ou direto no local (Tendal da Lapa)

programa governo aberto
programa governo aberto

// 5 vagas para roda de conversa com Djamila Ribeiro – na formação “Mulheres na Política” – será na próxima segunda, dia 09 de novembro das 20 as 22h – quer vir? manda um email pra gente no lab@labexperimental.org

http://www.cartacapital.com.br/colunistas/djamila-ribeiro

// Workshop Inspirador em Belém do Pará – no Sesc Boulevard

O projeto Inspirador, iniciativa do Instituto Goethe e do Ministério da Cultura, é uma sistematização de conteúdo resultado de muitas rodas de conversa com produtores culturais independentes e makers para repensar e exercitar um jeito sustentável de fazer eventos culturais.

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O labE participou na elaboração e sistematização do Inspirador :)

labE de Hackerativismo gratuito

Quer aprofundar o tema de sua pesquisa com dados?

Estaremos com o LabExperimental de Hackerativismo – nessa oficina você poderá aprender mais sobre cultura digital e ativismo por meio de conceitos e técnicas de recolhimento e visualização de dados para construção de um trabalho colaborativo prático na área de transparência e dados abertos.

Onde e quando? Casa de Cultura Tendal da Lapa – 10, 17 e 24 de Novembro e 01, 10 e 17 de Dezembro, das 18:30h às 21:50h

Centro de Formação Cultural Tiradentes – 14/01, 21/01 e 28/01 e 04/02, 18/02 e 25/02 das 14h às 17h20

Inscrições pelo link https://goo.gl/9Fo1go

Ou direto no local

Proposta de workshop Inspirador

Workshop INSPIRADOR, dá pra fazer produção cultural de outro jeito

O workshop é baseado no Inspirador  (www.goethe.de/ins/br/lp/pro/Inspirador.pdf), iniciativa do Instituto Goethe e Ministério da Cultura, com conteúdo resultante de muitas rodas de conversa com produtores culturais independentes e makers para repensar e exercitar um jeito sustentável de fazer eventos culturais.

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Baixe a apresentação em pdf:

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software livre como editor de texto faz diferença na sua escrita?

( Artigo de Sávio L. Lopes, integrante do labE Cyberquilombo 1, pesquisador na área de comunicação e poder)

Comunicação, software livre e liberdade. Um dos temas que mais tem me interessado atualmente, além de ser minha área de pesquisa, é o da comunicação. No vasto universo das teorias da comunicação, há uma nobre desconhecida. É a teoria das materialidades da comunicação.

O que essa teoria tem a nos oferecer? Erick Felinto, em um livrinho chamado “Passeando no labirinto: ensaios sobre as tecnologias e as materialidades da comunicação”, definiu assim: “podem ser entendidas como uma tentativa de inserção decidida e metódica do corpo e da matéria no âmbito dos estudos culturais. Seu método de trabalho é eminentemente descritivo e não interpretativo; seu foco são os meios e as instituições que deles fazem uso; seu campo é a materialidade histórica da época em pauta (sempre percebida a partir do prisma de seus discursos e tecnologias dominantes).”

Em primeiro lugar, a teoria das materialidades da comunicação tenta se inserir no campo dos estudos culturais. Em segundo, o seu método, enquanto teoria, tem foco na descrição do fenômeno comunicacional, e não na produção de uma interpretação, ou de sentido. Em último lugar, entendemos que tanto meios (de comunicação, por exemplo, aparatos tecnológicos) quanto instituições (que não são físicas, pense na instituição “Estado” e não no prédio que abriga os servidores do Estado) possuem materialidade.

Uma questão que surge quando citamos as materialidades da comunicação é: Será que os equipamentos que utilizamos, e para ser mais exato; os meios e instituições; nos influenciam, ou ainda, nos moldam de alguma maneira?

Para tentar responder essa questão, vamos recorrer à uma história contada por Martin Stingelin. Segundo ele, o filósofo alemão, Friedrich Nietzsche, recebeu de presente uma de suas primeiras máquinas de escrever, chamada esfera de tipos, que era desenvolvida para pessoas com deficiência visual, o que em 1882, se aproximava da situação do filósofo alemão, já que estava cada vez com mais dificuldade de escrever à mão, justamente por dificuldades de enxergar.

Perguntado via carta por Stingelin sobre a influência deste novo tipo de máquina em suas elaborações frasais e conceituais, Nietzsche responde: “Você está certo – nossos instrumentos de escrita funcionam lado a lado com nossos pensamentos”. Segundo a perspectiva adotada por Stingelin, os meios que utilizamos moldam, ou pelo menos nos influenciam em alguma medida. Guardem essa resposta de Nietzsche na gaveta e vamos adicionar mais um integrante em nossa viagem.

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Figura 1: Friedrich Nietzsche

Apresento-lhes Marshall McLuhan, o filósofo canadense e autor do livro “Os meios de comunicação como extensões do homem”. Um de seus capítulos, possui o curioso título: “O meio é a mensagem”. É evidente que não nos cabe nesse pequeno texto, travar a discussão sobre o que são meios, já que o assunto é extenso e pode ser aprofundado a partir das sugestões de leitura que constam ao final desse texto.

Nas palavras do próprio McLuhan: “Primeiro moldamos nossas ferramentas, depois elas nos moldam.” Ou seja, as coisas, meios, instituições, que utilizamos, ou que projetamos, fabricamos e moldamos, também nos moldam. Tirem da gaveta a história de Nietzsche. Assim, passamos à seguinte conclusão: Se os meios que utilizamos (como a máquina de escrever de Nietzsche), trabalham junto com a gente, se eles não são neutros, (Como afirma McLuhan, que o meio é a mensagem) ou seja, possuem um lógica inscrita, usar um determinado tipo de equipamento em detrimento de outro, faz toda diferença, certo?

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Figura 2: Marshall McLuhan

E se por equipamentos e ferramentas entendermos inclusive os softwares que utilizamos? Para produzir um texto, por exemplo, utilizo, além do computador, um software de edição de texto. Se minhas ferramentas me moldam, utilizar um determinado tipo de software para produzir um texto, influenciaria minha escrita, enquanto ao utilizar outro tipo de software eu seria influenciado de outra maneira. Para costurar todas essas pontas, vamos adicionar à nossa viagem o último integrante.

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Figura 3: Richard Stallman

Conheçam Richard Stallman, hacker, criador do movimento software livre e fundador do projeto GNU. Mas afinal, qual a relação do software livre com tudo isso? Em primeiro lugar, o que é software livre? “Por “software livre” devemos entender aquele software que respeita a liberdade e senso de comunidade dos usuários. Grosso modo, os usuários possuem a liberdade de executar, copiar, distribuir, estudar, mudar e melhorar o software. Assim sendo, “software livre” é uma questão de liberdade, não de preço.

Para entender o conceito, pense em “liberdade de expressão”, não em “cerveja grátis””. Alguns parágrafos atrás, afirmamos que o meio, e nesse caso específico, o software não é neutro, que o meio é a mensagem e que os meios possuem uma lógica inscrita, lembram? Pois é, na definição de software de livre, está explicitada a lógica inscrita no software livre: liberdade.

Em contraposição ao conceito de software livre, existe o software privativo. Vejamos sua definição: “O software proprietário, privativo ou não livre é um software para computadores que é licenciado com direitos exclusivos para o produtor.[1] Conforme o local de comercialização do software este pode ser abrangido por patentes, direitos de autor assim como limitações para a sua exportação e uso em países terceiros. Seu uso, redistribuição ou modificação é proibido, ou requer que você peça permissão, ou é restrito de tal forma que você não possa efetivamente fazê-lo livremente… [2] A expressão foi criada em oposição ao conceito de software livre”.

Assim como o software livre e qualquer outro meio, o software privativo possui uma lógica inscrita. Utilizando seu conceito como base, podemos afirmar que essa é a lógica inscrita no software privativo: a lógica da restrição, da limitação, da exclusão. Aqui encerramos e deixamos a seguinte questão em aberto: Por qual lógica vocês desejam ser influenciados (para utilizar o termo de Nietzsche)? Por qual tipo de ferramenta, vocês querem ser moldados (para utilizar o termo de McLuhan)?

Quando escreverem um texto, produzirem uma peça gráfica, gravarem um vídeo, compuserem uma música, que lógica estará trabalhando lado a lado com vocês?

Sávio L. Lopes é pesquisador na área de comunicação e poder.

Para saber mais: FELINTO, E. Passeando no labirinto: ensaios sobre as tecnologias e as materialidades da comunicação. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2006.

MCLUHAN, M. Os meios de comunicação como extensões do homem. São Paulo: Cultrix, 1969.

PROJETO GNU. O que é o software livre? 

Ocupação do espaço público – A Batata Precisa de Você, com Laura Sobral

“Intervenções que dessem esse sentimento de pertencimento das pessoas com o lugar pra gerar cuidado. A partir dessa geração de cuidado você estabelece outra relação com a cidade, e os lugares ficam mais vivos e mais interessantes”

OCUPAÇÃO DO ESPAÇO PÚBLICO – A BATATA PRECISA DE VOCÊ,  é a vídeo-oficina online de Laura Sobral, que conta a trajetória do espaço do Largo da Batata, no curso CyberQuilombo, Formação Online de Oficineiros LabE, que remixa africanidades com cultura digital.

Laura conta a trajetória do espaço do Largo da Batata, desde sua época onde acontecia um mercado livre, a reforma interminável do Largo e a intervenção contínua do coletivo A Batata Precisa de Você.

“Formulada em 1997, na gestão do então prefeito Paulo Maluf, a Operação Urbana Faria Lima foi formatada para padronizar a área da Nova Faria Lima e do Mercado de Pinheiros até o Rio Pinheiros, incluindo o Largo da Batata, no padrão da Faria Lima, avenida sede de instituições corporativas e financeiras. Essa obra durou mais de 10 anos e o Largo foi aberto para utilização no ano passado, em 2013. Depois de mais de 150 milhões investidos, o Largo, antes um lugar vivo pelo intenso comércio ambulante e vida nas ruas, tinha se transformado em um deserto, sem árvores de porte que proporcionassem sombra nem nenhum mobiliário urbano além dos postes de iluminação”, trecho do site http://largodabatata.com.br/a-batata-precisa-de-voce/

“Por que a gente considera o facebook um espaço público também? Pela quantidade de pessoas que estão ali no grupo da batata…, e tudo é discutido antecipadamente no mundo virtual… As duas coisas se fortalecem”.

Saiba mais sobre a ação do grupo A BATATA PRECISA DE VOCÊ na publicação disponível em pdf: http://largodabatata.com.br/publicacao/

 

 

 

Museus e gênero

artigo de Paola Maués, integrante da formação livre  “Mulheres na Política”

Os museus, em sua maioria ( e desde sua ‘invenção’) são espaços de poder a serviço do patriarcado. Muito já foi dito sobre os museus como locais de celebração da memória do poder, que representam determinados interesses políticos de indivíduos e/ou grupos sociais, étnicos, religiosos ou econômicos privilegiados. Configuram-se, na maioria das vezes, como espaços pouco democráticos, onde prevalece o argumento da autoridade.

Não é à toa que muitos museus estão sediados em edifícios que um dia estiveram ligados a instâncias que se identificam ou se nomeiam como sedes do poder, ou residência de homens poderosos – historicamente são as memórias masculinas que estão associadas ao poder.

O que prepondera são coleções personalistas, etnocêntricas e androcentristas, tratadas como se fossem a expressão da totalidade das coisas e dos seres, como se pudessem expressar o real em toda a sua complexidade. Estes esquemas simplistas e universalizantes banem o conflito através da ‘aura’, de conceitos puristas de autenticidade e excludência. Museus geram e reproduzem hierarquias, relações de dominação e desigualdade sociais.

O museu é um campo onde se articulam dois movimentos da memória: um que se dirige ao passado e lá se cristaliza, como lembrança reificada e saturada de si mesma sem possibilidade de criação e inovação.; memória não questionada, tida como verdade absoluta; comemoração da ordem estabelecida e de valores culturais dados e valorados de forma hierárquica; e outro que se orienta para o presente, como uma espécie de contramemória, se articulando com a vida.

A vitória do primeiro sobre o segundo se configura como a perda da utopia, a perda dos sonhos, incredulidade no poder de agir e modificar a ordem estabelecida.

Nada possui valor em si: todos os valores são inventados pelos humanos. os bens culturais são significados e ressignificados de forma interrelacional entre os seres, e entre os seres e as coisas. Neste sentido, o museu deve atuar como agente de problematização da memória e da história, gerando então o conflito para contestar o status quo.

O que frequentemente vemos são coleções associadas ao poder em seus mais variados estratos: poder político, poder religioso, poder militar, poder econômico, sempre relacionadas ao papel socialmente convencionado à figura masculina, como atuante em meios produtivos e de controle da produção. Já as mulheres estão representadas relacionadas a domesticidade, relações de parentesco e maternidade, em museus de traje ou exposições etnográficas com reconstituições dos espaços domésticos. isto ocorre pela vivência do espaço público estar relacionada sempre aos homens, e o espaço privado e doméstico associado às mulheres.

O caminho é através da participação e de ações que traem e subvertem a missão original das instituições – transformar os museus em agências capazes de servir e instrumentalizar indivíduos para uma reflexão critica e modificação de sua realidade.

Se faz necessário a genderização* das discussões museológicas: inclusão dos patrimônios femininos e o seu estudo, reinterpretação dos patrimônios já constituídos e musealizados pelo viés das questões de gênero (e  de poder) e alteração dos discursos expógraficos, abandonando a linguagem neutra.  Para museus mais questionadores e menos impositores de verdades.

A relação de homens e mulheres com o patrimônio e o espaço museal não são iguais, e essas relações se diferem mais ainda quando as cruzamos com outras categorias analíticas promotoras de desigualdade, como: poder, etnia, classe, idade, nível de escolaridade, substrato social e cultural. a história dos museus tem forte ranço de exclusão – dos pobres, de determinadas etnias, religiões, e das mulheres; portanto, o que coletar no presente para lembrar das memórias e identidades excluídas?

O trabalho contemporâneo no museu

Analisando o museu como mercado de trabalho, os homens exercitam o papel de pesquisadores e estudiosos, e mulheres exercem seu papel social convencional de educadoras e cuidadoras.

Como mulher, museóloga e atuante na área de educação em museus, acredito que seja importante questionar: como nós mulheres (visivelmente a maior força de trabalho nos museus atuais em termos numéricos) nos interrogamos e nos relacionamos com as coleções que somente representam o universo masculino, ou foram constituídas por homens?

*Museu genderizado – abandono da valorização da obra-prima, da atração pela catástrofe ou\e pelo grande acontecimento histórico, do avanço cientifico, e das expressões que sugerem uma hierarquia dos patrimônios. expressões estas que contribuem para excluir dos museus as ações banais do cotidiano, os grupos minoritários, a sutileza das mudanças e as múltiplas facetas do real.

You're Seeing Less Than Half The Picture 1989 Guerrilla Girls null Purchased 2003 http://www.tate.org.uk/art/work/P78790
You’re Seeing Less Than Half The Picture 1989 Guerrilla Girls null Purchased 2003 http://www.tate.org.uk/art/work/P78790

“você está vendo menos que a metade da imagem/ sem o olhar das mulheres artistas e artistas de cor”.

Cartaz produzido pelo coletivo feminista Guerrilla Girls. 1989.

Inscrições Abertas para o CyberQuilombo

Estão abertas as inscrições para o Cyberquilombo SP – 7º Edital de Formação de Oficineiros LabE, aprovado pelo Edital Vai Tec, da prefeitura de São Paulo

AS INSCRIÇÕES VÃO ATÉ  11.11 E O RESULTADO SERÁ PUBLICADO NO DIA 16.11.

O edital é destinado a interessados em desenvolver habilidades de arte-educação, educomunicação e processos colaborativos no tema “Africanidades”, em conjunto com adolescentes, jovens e adultos em escolas e centros culturais.

Serão selecionados 10 inscritos, que desenvolverão o projeto com treinamento e acompanhamento da equipe do LabE. Podem se inscrever para o processo de formação maiores de idade QUE RESIDAM EM SÃO PAULO (*Aos interessados que não residem em São Paulo podem fazer a inscrição que entraremos em contato quando realizarmos a próxima edição aberta para todo o Brasil*). O curso é gratuito!!!

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Serão 10 encontros (uma vez por semana) de 18.11.15 à 16.02.16, de formação à distância, via hangout, nos quais será discutido, junto a palestrantes convidados, quatro eixos temáticos – modelos de organização, ocupação de espaços públicos, mídia livre e remixologia – que fazem parte do laboratório de criatividade e cultura digital e conteúdos da temática afro que contextualizam os participantes e auxiliam a pensarem a melhor forma de gerar uma ação comprometida com a importância e complexidade do tema, tendo em mente que, desde 2003, o ensino de história e cultura afro é obrigatório nas escolas, mas sofre diversos problemas na sua implementação justamente por culpa das dificuldades de alguns professores em abordar o tema sem reproduzir os mesmos preconceitos que a eles foi passado durante sua formação.

A seleção se dará em 2 etapas: analise técnica das inscrições e entrevista presencial com os candidatos.

Todos os encontros são gravados e editados no formato de video-oficinas. A documentação das falas dos candidatos fazem parte do projeto de criação de uma biblioteca de video-oficinas sobre as temáticas de africanidades, cultura digital e diversidade, para que possam ser utilizadas para estudos online por professores do ensino básico interessados em aplicar a lei 10.639/03, e estudiosos e curiosos de todo o Brasil (e quem sabe América Latina).

Assista as vídeos-oficinas produzidas na ultima edição do CyberQuilombo:

“Música Negra e Movimento Black Power”, com Eugenio Lima.

“Mulher Negra e Feminismo”, com Bergman de Paula

“Oralidade e Literatura Negra Contemporânea”, com Allan da Rosa

Link para inscrições: http://goo.gl/forms/ZD6y5tb2JO

Mais infos:
labexperimental.org

Dúvidas e sugestões, entrar em contato com lab@labexperimental.org

Informe labE Setembro

SAIU O TERCEIRO VÍDEO DO CYBERQUILOMBO!
O CyberQuilombo foi a quinta edição do Curso de Formação Online de Oficineiros LabExperimental.org e que remixa africanidades com cultura digital. Asas falas dos palestrantes convidados fazem parte do projeto de criação de uma biblioteca de video-oficinas sobre as temáticas de africanidades, cultura digital e diversidade, para que possam ser utilizadas para estudos online por professores do ensino básico interessados em aplicar a lei 10.639/03, e estudiosos e curiosos de todo o Brasil (e quem sabe América Latina).
ASSISTA ao Video 3 – “Oralidade e Literatura Negra Contemporânea” , com o escritor Allan da Rosa.

INSPIRADOR – WORKSHOP DE PRODUÇÃO CULTURAL,
no Condomínio Cultural, dias 06, 08 e 09 de outubro.
O workshop de planejamento é orientado pela ação, a partir do Inspirador***, um guia de produção independente  para colocar a “mão na massa”, iniciativa do MinC e do Goethe Institut. O workshop terá como fio condutor as 6 hashtags (#) do Inspirador, que representam os campos de atuação em todas as fases do cronograma da produção cultural. As práticas se cruzam, se complementam e oferecem um olhar panorâmico sobre o evento. Orientadoras: Isabel Holzl, Jonaya de Castro, Laura Sobral, Lorena Vicini. Link para inscrições e mais infos:  http://goo.gl/forms/P6nE55qXhE
*** O manual pode ser baixado aqui: http://www.goethe.de/ins/br/lp/pro/Inspirador.pdf
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Aviso ao coletivo parceiros: Temos 5 mil Bolinhas, piscinas e EVAs! Quem tiver ideias criativas de como podemos usar as piscinas e as cinco mil bolinhas ou queira usá-las em algum evento ou intervenção é só falar com a gente.  \o/

No dia, 05 de setembro, no Anhangabau, centro de SP, durante o evento SP Na Rua, o labExperimental realizou a intervenção Planetarium. Juntamos três piscinas de bolinhas, um largo espaço para sentar, para brincar e água livre. É no espaço público que reinventamos a cidade! Saiba mais: “Quando adultos viram crianças no meio da rua”
http://labexperimental.org/cidadeparabrincar/
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