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3º edital labExperimental aberto!

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De 10/02/14 a 28/02/14 receberemos as inscrições do 3º Edital de Formação LabE – Laboratório Experimental de Criatividade.

O processo tem como principal objetivo experimentar a formação de oficineiros através de encontros digitais, presenciais e através da experiência empírica.

O edital é destinado a interessados em desenvolver habilidades de arte-educação, educomunicação e processos colaborativos em conjunto com adolescentes, jovens e adultos em escolas e centros culturais.

Serão selecionados 12 inscritos, que desenvolverão o projeto com treinamento e acompanhamento da equipe idealizadora do projeto. Podem se inscrever para o processo de formação maiores de idade de qualquer cidade do Brasil.

Metodologia:

Livre-discussão:
– 8 encontros (uma vez por semana) de formação à distância (internet).

Livre-prática:
– 6 oficinas de construção de intervenção na escola/centro cultural articulado na região do oficineiro.
– 6 horas de ação cultural com os alunos na escola/centro cultural articulado na região do oficineiro.

A seleção se dará em 3 etapas que iniciarão a partir do dia seguinte ao término das inscrições até 14 de março, data de divulgação do resultado. As etapas consistem na análise técnica da inscrição, oficina de pré-seleção (selecionará 30 candidatos), e a semana de avaliação baseada nos critérios de disponibilidade, pontualidade e assiduidade nas oficinas, trabalho em equipe e comprometimento.

A formação será de 19 de março a 30 de abril, e o resultado será de 12 intervenções culturais e pretende atingir direta e indiretamente 12 mil crianças e adolescentes.

Sobre o LabExperimental

Apresentação
Projeto de formação livre, pautado no debate de cultura de rede, sistematizado em quatro eixos.

Objetivo
Formar oficineiros que estimulem a participação das escolas na construção de uma cultura de rede através de um laboratório de criatividade e formação de coletivos culturais dentro das escolas.

Metodologia
8 encontros vituais, 6 oficinas práticas e uma intervenção artística/cultural.

Quatro eixos:

1. Modelos de organização: dos coletivos a democracia
2. Ocupação do espaço público
3. Mídia Livre
4. Remixologia

1. Modelos de organização: dos coletivos a democracia (e/ou a “Política descolada de Brasília”) – aproximar das pessoas e do dia os diferentes modelos de governança que nos cercam, descolando política de “Brasília”. O principal, aqui, é desconstruir a ideia de que só tem um jeito certo de tomar decisões; apresentar outras formas de tomar decisão como escolhas possíveis para processos internos.

2. Ocupação do Espaço Público – pesquisa de campo do espaço público da comunidade. Mapeamento afetivo desse espaço.

3. Mídia Livre – proposta de debate e geração de conteúdo com mídias móveis. Trabalhar o conceito de midiativismo e direitos humanos, mantendo a ponte com espaços públicos.

4. Remixologia – contextualização da cultura livre – o que é licenciar de maneira livre, porque isso é um convite para o mundo interagir com suas ideias; a apropriação da produção simbólica do mundo para criar outras coisas. Apresentacão de referências de processos coletivos e colaborativos.

QUALQUER DÚVIDA
entrar em contato com lab@labexperimental.org

Link para inscrições

Convidado – Breno Castro Alves

Breno Castro AlvesOutro convidado que tivemos nessa edição do Lab.E foi o Breno Castro Alves. Breno é editor do Espaço Humus, um ateliê digital que trabalha com “produção de conteúdo no meio do caminho entre comunicação e arte”, como eles mesmos se definem, e que se divide em três eixos: arte, política e cultura.

O papo começou com Breno contando um pouco da sua trajetória de vida e seus questionamentos profissionais – o início da sua carreira como jornalista, sua aproximação com educação, seus projetos com cartografia afetiva.

Segundo Breno, a cartografia afetiva é um processo de busca do que cada um de nós reconhece no mundo e o que nos toca. Ao contrário da cartografia tradicional, que leva em contato os espaços físicos e geográficos, a cartografia afetiva mapeia nossas emoções e sentimentos em relação a um determinado local. Os cômodos de uma casa, por exemplo, podem ser maiores ou menores de acordo com a importância que possuem para nós, e não seu tamanho real. A pergunta principal da cartografia afetiva é “o que é tão importante para entrar neste mapa que você está construindo?”. Nela, não existe certo e errado, ela é um mapeamento das relações invisíveis que criamos com o nosso entorno.

Uma parte importante da conversa foi o seu relato sobre um trabalho de cartografia afetiva realizado por ele na escola Canuto do Val, em São Paulo, e que pode ser conferido integralmente aqui. Ele nos contou detalhes do processo e de como a educação formal não leva em conta questões levantadas pela cartografia afetiva e que precisam ser trabalhadas também nos espaços educacionais. Em seguida, discutimos como essa oficina poderia ser realizada pelos oficineiros do Lab.E, com suas respectivas turmas.

Para fechar o encontro, Breno contou sua experiência com o festival de rua Baixo Centro, que trabalha com a perspectiva de ocupação de espaços públicos e sua transformação em ambientes de convivência, mais do que apenas locais de passagem, e que defende que “as ruas são para dançar”.

Convidada – Liane Lira

Liane LiraLogo no começo dessa segunda edição do Lab.E., no dia 11 de setembro, tivemos como convidada Liane Lira, Coordenadora da Rede de Projetos do programa de inclusão digital Acessa SP.

Liane começou a conversa falando sobre seu histórico profissional e sua migração do direito, sua área de formação, para o ativismo digital. Em seguida, iniciou um debate sobre como a internet e as novas tecnologias podem ser utilizadas para transformar a nossa realidade e sobre como estão influenciando os regimes políticos em todo o mundo, e citou o uso de ferramentas consultivas online, a exemplo do que foi feito com o Marco Civil da Internet no Brasil, como exemplo da impacto das tecnologias nos processos democráticos. Outros exemplos levantados foram o Avaaz, site de recolhimento online de assinaturas, e o Vote na Web, que apresenta de forma simplificada os projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional.

Outro tema discutido no encontro foi a chamada “crise dos intermediários” nas indústrias fonográficas e editorias, por exemplo, que emergiu com a internet e já há algum tempo discute a necessidade de tantos intermediários na nossa sociedade e o surgimento de modelos de negócios em que artistas e profissionais dialogam diretamente com seu público.

Para fechar o encontro, Liane falou da “Oficina de Projeto de Lei”, no qual os participantes aprendem como se escreve um projeto de lei e os processos envolvidos na sua criação, e explicou como os oficineiros poderiam replicá-la com os jovens do Lab.E.

Equipe da segunda edição do Lab.E

A segunda edição do Lab. Experimental, iniciada na última semana de agosto, conta com 8 oficineiros espalhados por São Paulo-SP, Campinas-SP, Brasília-DF, Goiânia-GO e Macaíba-RN.

Abaixo vocês podem conhecer um pouquinho sobre cada um deles:

Carmem Munhoz – São Paulo/SP

Professora de arte e oficineira desde 1999, Carmem decidiu entrar para o Lab.E para permear seu trabalho de arte educadora com novos modelos de ações, repensar o espaço da escola (público privado), discutir remix, interação, apropriação e acesso e “criar maiores conexões entre o pensar e o agir. Para realizar ações coletivas artísticas e culturais. Para conectar-me e aprender com pessoas.”

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Rodolfo Hollanda – Macaíba/RN

Rodolfo é o primeiro oficineiro a iniciar as atividades do Lab.E nas escolas (logo mais teremos um post sobre isso) e se juntou ao Lab. com o objetivo de aprimorar suas percepções do trabalho de formação livre e educação, além de “experienciar novas formas de produção cultural, ir às comunidades, trabalhar diretamente com jovens carentes e, por fim, perpetuar esse trabalho para que seja uma construção contínua, tanto enquanto pessoa, como enquanto formador livre”.

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Valdir Alves da Costa – Brasília/DF

Professor de Filosofia e Sociologia, Valdir trabalha com gestão e consultoria em projetos de Educação e Cultura nas áreas pública, privada e terceiro setor e se aproximou do  Lab.E para aprimorar a formação livre que já realiza na Universidade do Fora do Eixo (UniFdE), replicar a ideia do Laboratório e fortalecer seu trabalho colaborativo em rede.

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Luiza Helena de Souza Fonseca – Goiânia/GO

Professora que ama ensinar, Luiza viu no Lab.E a possibilidade de criar uma vivência significativa com oficinas culturais, adquirir novas experiências e transmitir para todos ao seu redor o conhecimento aprendido durante a formação livre.

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Jaqueline de Mello Vicente – São Paulo/SP
Jaqueline quer criar um coletivo com oficinas audiovisuais em conjunto com sua antiga professora do ensino médio, na escola pública onde estudou, na Baixada Santista. Por isso, viu no  Lab.E a chance de adquirir a experiência e os conhecimentos necessários para tal e assim conseguir mostrar aos alunos de sua antiga escola que eles são capazes de criar e fazer a diferença.

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Roselene dos Anjos – Campinas/SP

Professora desde 1983, Roselene decidiu se juntar ao Lab.E pela oportunidade de conhecer e desenvolver trabalhos em redes, aprofundar-se nos quatro eixos temáticos e utilizar os conhecimentos e experiências adiquiridos

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Gabriela Nardy – São Paulo/SP

Ativista hacker, integrante do coletivo Ônibus Hacker e oficineira do  Lab.E desde a primeira edição, Gabriela acredita no poder transformador da educação e na necessidade de se discutir os temas do Lab. Experimental com os jovens.

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Zildete Araújo – São Paulo/SP

Estudante do último ano de Ciências Sociais, professora de sociologia e militante da inclusão digital e social, Zildete viu no Lab.E a chance de ampliar seus conhecimentos, aprender a se articular em rede e compartilhar com os alunos o que for aprendido no processo.

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Lab.E em São Paulo, Campinas, Brasília, Goiânia e Macaíba

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Na segunda edição do Lab.E, somos uma equipe de 8 oficineiros experimentando hackear as escolas com arte e cultura de rede, espalhados pelo Brasil: Rodolfo Hollanda, de Macaíba/RN, Luiza Helena, de Goiânia, GO, Valdir Alves Costa Filho, de Brasília, DF, Roselene dos Anjos, de Campinas – SP, Zildete Maria de Araújo, Gabriela Nardy, Carmem Munhoz e Jaqueline de Mello, São Paulo -SP.

Continuação do Lab.E

Caros amigos:

Queria agradecer cada um pelo esforço empregado nessa primeira parte do processo, pelas ideias trocadas por mensagens, reuniões, divulgação do projeto, partipações por skype e muito mais…
O lab teve em sua primeira edição 9 participantes e 8 intervenções culturais (aproximadamente 1700 crianças e adolescentes atingidos diretamente nas intervenções nas escolas e ONGs). As trocas de conteúdo entre os participantes foi um dos pontos mais legais e enriquecedores do processo.
Diante da vontade de manter o projeto e torná-lo sustentável, decidimos investir mais tempo nessa ideia! Vamos ter algumas mudanças no projeto. O nome: vamos trabalhar a partir de Laboratório Experimental – assim temos mais território para desenvolver outros projetos relacionados a arte, cultura e educação.
Outra ideia é também abrirmos um projeto de pesquisa de comportamento cultural por internet (surpresa!)
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Começamos a segunda edição há três semanas e estamos nos encontrando virtualmente toda quarta a noite. Enfim, estão todos super convidados a continuar integrando o Lab Experimental e estamos abertos a dúvidas, sugestões e tudo mais!
abs,
Jonaya de Castro

 

Inscrições abertas para o 2º Edital Lab.E

Estão abertas as inscrições para o 2º Edital de Formação de Oficineiros do Lab.E!

http://goo.gl/Grjhj

O Lab.E (Laboratório de Criatividade, Narrativa e Ação) foi desenvolvido coletivamente por entusiastas da educação e da cultura hacker. O processo tem como principal objetivo experimentar a formação de oficineiros através de encontros digitais, presenciais e da experiência empírica. Aberto a interessados em desenvolver ações de formação cultural com adolescentes em escolas e centro culturais.

Ao todo serão selecionados 12 inscritos e para participar é necessário ter disponibilidade para desenvolver o projeto uma vez por semana em uma escola articulada e acompanhar a reunião semanal de treinamento no grupo de oficineiros.

As inscrições são gratuitas!

Saiba mais e inscreva-se
http://goo.gl/GrjhjImage