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Rolê Guiado

Ocupação do espaço público, cultura digital, laboratório audiovisual e valorização da memória local. Faça um remix com tudo isso e… tãn-dãn, você terá o Projeto Rolê Guiado, o mais novo projeto do LabExperimental em parceria com o Coletivo Studio Luzia e com a Escola Amorim Lima.

O Projeto Rolê Guiado é um laboratório de audiovisual e formação livre em remixologia e ocupação de espaço público. O laboratório será realizado através de oficinas de fotografia com aparelhos celulares,  tratamento de foto utilizando software livre; rolês fotográficos guiados por áudio, “mapeamento foto-afetivo” de pontos e personagens históricos do bairro, e intervenções visuais na Praça Elis Regina.

As Oficinas

Usaremos o software livre GIMP para as edições de imagem nas oficinas, incentivando a cultura hacker por meio da apropriação de ferramentas livres e autonomia.

O Rolê

Através de um mapeamento prévio dos pontos e personagens históricos do bairro, será produzido um audio que servirá de guia para os “rolês fotográficos”. O audio indicará aos participantes os caminhos a serem percorridos e os locais a serem fotografados, além de narrar a importância e a história do ponto escolhido. Todas as fotos irão alimentar um mapa e uma galeria virtual, pronta a buscar (via hashtag), a memória histórica e o mapeamento afetivo local.

Intervenção Artistico Visual na Praça 

Finalizando e fechando o projeto, todo o material desenvolvido e que já estará em rede será exibido na Praça Elis Regina, utilizando tecnologias como VideoMapping e projeções, tornando todo o espaço ocupado pelas imagens do próprio bairro. A ideia é transformar a praça numa grande galeria a céu aberto, tudo que foi registrado durante o Rolê Guiado, enaltecendo a comunidade local em uma grande intervenção visual coletiva.

As oficinas acontecerão na Escola Municipal Desembargador Amorim Lima que, a partir das atividades culturais oferecidas em seu espaço, chegou a ganhar o Prêmio Cultura Viva, tornando-se mais um ponto de cultura na cidade de São Paulo, e também reconhecida pelo seu modelo pedagógico e por suas “salas sem parede”, baseado na Escola da Ponte de Portugal.

Aprovado no Edital Redes e Ruas, o Projeto Rolê Guiado iniciará suas atividades em fevereiro, quando abrirá chamada pública para inscrição nas oficinas. No caso de esgotamento das vagas será dada preferencia aos alunos da escola.

Oficina Hackerativismo no Sesc Pompéia

Mini curso de hackerativismo no Sesc Pompeia
dias 20, 22, 27 e 29 de janeiro
das 19 as 22h
inscrições nos dias das oficinas

* debate sobre cultura digital e dados abertos, cultura hacker, conceitos e técnicas de recolhimento e visualização de dados em conjunto com os participantes da oficina, a fim de que eles se apropriem dos processos criados e os utilizem, de forma autônoma, para coletar, produzir e disseminar informações estratégicas que abordem temáticas de direitos humanos.

Orientação: Jonaya de Castro e Patricia Cornils.
http://www.sescsp.org.br/aulas/51126_HACKERATIVISMOhackeativismo1

Sarau pela internet remixa São Paulo e Ceilândia

Foram três dias de oficina, no espaço Jovem de Expressão, na Ceilândia, Distrito Federal, para passarmos pela metodologia de produção cultural e comunicação do labE (#Ocupação de Espaço Público #Modelos de Organização  #Mídia Livre  #Remixologia). E em três dias organizamos uma intervenção urbana, o SARAU CONEXÃO CEI – SP #SarauCeiSP

A ideia foi juntar presencialmente e pela internet artistas e poetas de São Paulo e Ceilância para um sarau remix em praça pública. O sarau estava marcado para começar às 10h, e a equipe se encontrou às 8h para montar os equipamentos e fazer todos os testes necessários. Fizemos uma vaquinha para comprar alimentos para tomarmos café da manhã juntos. Essa atividade era mais uma oportunidade de aproximar mais a galera, além de já ir colocando a equipe em sintonia.

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galera que participou das oficinas do labE na Ceilândia e produziu o Sarau Conexão CEI-SP

Todos os equipamentos (tv, caixa de som, mesa, cabos e microfone) foram emprestados pelo espaço Jovem de Expressão. O mestre de cerimônia do dia foi o Mc Nenzim, artista que faz trabalhos com rap e tem seu trabalho reconhecido pela comunidade. O evento intercalou participações dos artistas locais, com intervenções de artistas convidados diretamente de SP que aconteceram via skype. As intervenções dos paulistas ficaram por conta da atriz Roberta Estrela Dalva, do cantor e compositor Wesley Nóog, do poeta Duguetto Shabazz e dos rappers Tiago Onidaru e Issa Paz do Grupo Rimologia.

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“É a primeira vez que eu vou pra Brasilia”, Tiago Onidaru – rapper paulista que participou do Sarau via Skype

“O LabE foi uma atividade extremamente rica e proveitosa para mim. Os tópicos abordados são de muita importante nos dias atuais, principalmente no que se refere a mídia livre e ocupação de espaço público. Nossa cidade é cheia de manifestações culturais e o LabE nos auxiliou, de certa forma, a entender como realizar a organização e gestão dessas manifestações de uma forma simples e eficiente. Nos últimos dias colocamos boa parte dos conhecimentos adquiridos em prática na realização de um sarau maravilhoso. Fico na esperança do retorno de tais oficinas para minha comunidade”, comenta Gustavo Azevedo, participante da oficina.

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Problemas de conexão com a internet e na transmissão dos vídeos eram nossas principais preocupações, mas felizmente todas as participações via skype ocorreram perfeitamente!

A estimativa é que durante as três horas de sarau mais de 60 pessoas transitaram pelo evento, alcançando um público médio de 40 por hora. As pessoas mais tímidas que não queriam apresentar seus poemas penduravam-nos no varal para que alguém lesse no palco, durante o sarau.

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Veja tb o vídeo e tãn-dãn.. uma semana depois da intervenção produzida através das oficinas do LabE a galerinha do espaço Jovem de Expressão já organizou um sarau em um bar na comunidade.

Experimental como metodologia na escola

A metodologia de formação dos oficineiros do labE é metade digital, metade presencial. O digital fica por conta dos encontros às segundas-feiras à noite, entre nós e com convidados. Somos vários interessados em educação livre, de diferentes cidades do Brasil, e nos conectamos para debater modelos de organização, remixologia e temáticas criativas que envolvem nossa experimentação. Convidamos uma diretora de escola para conversar com a gente (já que adoramos criar laboratórios de criatividades em escolas!).

Na última segunda-feira, dia 16, às 20h, a turma 4 do labE Brasil estava pronta para se conectar virtualmente. Como não tinha skype e a rede de internet da escola não permitia o acesso à ferramenta, nossa convidada, Ana Elisa Siqueira, diretora da EMEF Desembargador Amorim Lima, se deslocou mais de 10km até o atual ponto de encontro do LabE em São Paulo, no Condomínio Cultural. Ela está a mais de 19 anos a frente da instituição que fica no Butantã, zona oeste de São Paulo. A escola é experimental e queríamos muito entender seu processo.

Um encontro presencial por skype 🙂

Ana chegou e nos conectamos por skype com o restante do grupo. A conversa foi pautada pelo longo processo que a escola passou, e ainda passa , pois segundo ela o projeto está em eterna construção. A nossa curiosidade é na experiência de uma metodologia de ensino diferente, mais humanizado e também, na relação dos professores e do sistema educacional para lidar com a cultura digital.
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#tempo diferente de aprendizado
“As crianças estão em atitudes coletivas, mas cada um no seu processo”
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A escola tem direção democrática e preocupação em formar cidadãos autônomos na busca pelo conhecimento. Seu projeto pedagógico é baseado na proposta da Escola da Ponte, em Portugal. Nele, o aluno tem poucas aulas expositivas e muito tempo dedicado à pesquisa. Cada estudante é orientado por um tutor que acompanha o seu desenvolvimento ao longo do ano. Não há provas. O método de avaliação é individualizado e o compartilhamento de informações é estimulado.
 * Jonaya, Ana e Hercules _MG_3050
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COMUNIDADE INTEGRADA

Ana, contou que ao chegar na escola encontrou uma comunidade interessada nas discussões escolares. Através do convite para as mães participarem como monitoras no recreio dos alunos, criou-se um espaço de engajamento da comunidade que se tornou extremamente atuante, criando comissões para assuntos como comunicação, alimentação, biblioteca, jardinagem, festas, entre outros. A escola passou a desenvolver diversas atividades culturais com os alunos, e linguagens como música, danças brasileiras e capoeira passaram a fazer parte do currículo.

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#trabalhar a cultura dentro da escola ajudou a trabalhar a história.

“A partir de atividades como a capoeira nós passamos a discutir a questão do negro na sociedade”

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A partir das aulas de capoeira realizadas na escola pelo grupo Grupo de Capoeira Ceaca, a escola foi premiada pelo prêmio Cultura Viva tornando-se mais um Ponto de Cultura na cidade de São Paulo, que leva o nome de Ponto de Cultura Amorim Rima – Ação Griô.
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#estudo de cultos indígenas
“não tem nada a ver com religião, tem a ver com humanidade”
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 Agradecemos imensamente a visita e participação da Ana, que é uma diretora generosa e experimental 🙂

A teoria da batata quente

“Se você tiver um grupo para passar a batata, sua mão não queimará, e ainda dá pra dividir a batata depois :)”

Ler ouvindo isso aqui ó

A roda está formada! Todo mundo quer brincar, mas diferente da brincadeira tradicional, o objetivo não é passar a batata, mas sim que cada um segure um pouquinho a batata colaborativa. Esse é o modelo de organização que o labE propõe  para a formação dos laboratórios criativos de intervenção (nas escolas).

Definição – Colaborar: Trabalhar com uma ou muitas pessoas numa obra; cooperar;

Estar junto, confiar, engajar são verbos que moldam e fazem parte do processo de construção de um modelo participativo de organização. Incentivar a livre construção do conhecimento, motivar e construir ideias que sejam coletivas e desemboquem numa ação.

Prá valorizarmos nossas propostas e ativar a inteligência coletiva da comunidade, que outros modelos de organização podemos construir? Ou quais modelos mais interessantes podemos remixar?

Durante o processo de interação entre membros do labE, vamos aos poucos criando vínculos de ideias e pesquisas. Num ambiente de provocação e de conversação, toda segunda a noite, cada participante se propõe a pegar a batata quente na mão, e repassar o tubérculo. A medida em que se compartilha, a potato vai ficando mais leve.

A proposta é um descondicionamento do formato ensino-aprendizagem e um rolê de troca de experiências #crowdcooking #openKitchen #feverpotatos

#confiança #construção livre do conhecimento #desapego #provocações #representação #engajamento #apropriação da ação #colaborativa #ideia #modelo #organização

Texto colaborativo de Hércules Laino, Larissa Santiago,Thiago D’Angelo, Jonaya de Castro, Janis Goldbard, Chiquim Candido, Lorena de Lima e Simone Dornelles, numa segunda-feira a noite, do Acre a Porto Alegre.

 

aula do labE sobre #remixologia

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Um dos trabalhos que curtimos muito, como conteúdo e formato remix, é o Yes We Scan, sobre o Marco Civil da Internet, NSA, Obama, Snowden and the american way of watch you rendeu uma conversa boa da turma do labE sobre #remixologia com o Breno Castro, editor do Espaço Húmus, na nossa reunião semanal por skype.

O objeto deste remix é a relação entre o Marco Civil da Internet no Brasil e a denúncia realizada por Edward Snowden sobre a espionagem de dados pessoais na web em escala global realizada pela inteligência dos EUA.

Leia mais aqui:

http://www.espacohumus.com/remix/yes-we-scan/#inicio

Intervenções criativas e oficinas em todo Brasil

Estamos na 3ª edição do processo de formação do labExperimental Brasil. Belém do Pará, Juiz de Fora (Minas Gerais), São Paulo, Vitória da Conquista (interior da Bahia) e  Lagoa de Itaenga (Pernambuco) abriram inscrições para oficinas em escolas e centros culturais e já começaram as intervenções criativas.

Juiz de Fora, Minas Gerais  _  rolaram oficinas de pinhole, HQ e lambe-lambe, no dia 18 de maio, no centro cultural Dnar Rocha. Neste dia a turma formada com alunos da UFJF e artistas da cidade facilitaram oficinas para um público diverso. “As oficinas focaram na discussão sobre a poluição do Rio Paraíbuna e, como fechamento, vamos propor uma ação na Feira da ‘Avenida Brasil’, onde além de expor as produções, faremos intervenções através de ‘lambe-lambes’. O mais bacana de todo o processo foi ver como é possível fazer coisas em conjunto e mobilizar gente que quer fazer”, conta Elisiana, que é estudante de artes na UFJF e coordena o labE JF.

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galera de Juiz de Fora, MG, na oficina de lambes do labE

São Paulo, SP_ Ingrid Cuestas comanda o labE em parceria com o Festival Disco Xepa, uma intervenção coletiva contra do desperdício de comida. Numa ação propositiva em prol do consumo consciente e do reaproveitamento de alimentos, duas oficinas do labE coordenadas pela Ingrid foram super produtivas: a de pílulas de vídeo e a de memes. Foram mais de 30 memes produzidos e 12 depoimentos em pílulas de vídeo. Quatro dias de festival debateram sobre novas ferramentas para a construção de uma economia sustentável e horizontal na alimentação, dos dias 14 a 17 de maio. “No último dia, no marco do Food Revolution Day, fizemos uma grande xepa e cozinhamos juntos em um ambiente de celebração, com música e apresentações artísticas, além da “Feirinha da Mudança”, conta Ingrid.

Lagoa de Itaenga, Pernambuco _ as oficinas começaram com 14 jovens da escola João Vieira Bezerra. O primeiro encontro foi para conhecer a proposta do LabE e conhecer o grupo, num exercício de reflexão sobre “quem sou eu?”, “quem somos nós?” e qual a relação da juventude com a política. “Além da roda de diálogo, a dinâmica permitiu a produção de um texto coletivo (que ainda será publicado), através de reflexões sobre questões pessoais, de convívio social e político. A ideia da intervenção é gravar mini vídeos com câmeras de bolso e outros aparelhos de gravação trazidos pela galera”, conta Romário Henrique, orientador da turma do labE em Pernambuco.

Vitória da Conquista, Bahia _ na oficina “América, que Vila é essa?“ será proposta a captura de imagens do bairro Vila América e a produção de uma narrativa colaborativa. A oficineira Izis norteará o processo de captura e organização destas imagens relacionando-os com os eixos temáticos #ocupaçãodoespaçopúblico e #modelosde organização, trabalhados nas oficinas de formação do labE.

Belém do Pará_ as mulheres do Coletivo Casa Preta se uniram com a Associação Ilê IYabá Omi – Aciyomi, Terreiro de Candomblé da nação Ketu, para inserir as atividades do labE nos 10 anos da associação. A partir de 23 de maio, serão oferecidas mini-oficinas aos sábados a tarde, de roteiro, fotografia e vídeo por celular, locução de rádio e edição de vídeo, além de cineclubes e rodas de conversa às sextas-feiras a noite, para juventude do bairro da Terra Firme. No encerramento das atividades será lançada a Rádio Portão Terra Firme, cujo mote é discutir qual espaço midiático é garantido à juventude negra e pobre na Amazônia. O lançamento da Rádio Portão Terra Firme será  transmitido ao vivo pela internet no dia 14 de junho. As inscrições estão abertas.

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Durante o processo de formação, nós, oficineiros do labE, nos conectamos via internet por 8 semanas para debatermos as propostas coletivamente. L ogo mais, em junho, anunciamos o 4º edital de formação do LabE para oficineiros de todo o Brasil 🙂

Na contra mão da concessão, Belém ganha rádio portãooooo

No capítulo 1 da constituição brasileira de 1988, art. 5º, inciso IX, consta que “é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”.

Entretanto, a quem é garantido esse direito de fato?

E qual espaço é garantido à juventude negra e pobre na Amazônia?

O Brasil (como algumas dezenas de países, especialmente os latino-americanos) é o reino das concessões políticas para veículos de comunicação privados, que não garantem o acesso livre aos seus espaços. Estes são privatizados e o acesso é extremamente fechado, são poucas as vozes presentes e para comunicar é necessário autorização.

Na contra mão dessa mídia hegemônica e corporativa, várias ações surgiram em nossa recente história para criar espaços de livre manifestação política, ideológica, cultural, popular, artística. O aumento do acesso à internet tem contribuído em alguma medida para potencializar a produção de conteudo midiatico e sua difusão .

Os blogs, as redes e as mídias sociais, tem se consolidado como espaços que podem garantir o que a constituição não dá conta: o direito constitucional à livre manifestação. Neles podemos encontrar múltiplas territorialidades e múltiplas vozes que nos dão a real dimensão da nossa polifonia e pluralidade, ainda que não sejam ambientes livres da censura e que muitos sejam criminalizados pelas grandes redes de comunicação.

Em Belém temos alguns bons exercícios, porém a mídia livre, aberta, disponível, também precisa ser protagonizada pela juventude negra e pobre da Amazônia. Seja na ambiência online ou offline, é preciso criar essas mediações. A juventude da periferia amazônica não é atendida pelos veículos tradicionais, ela não ouve sua voz ecoar, nem suas necessidades. E essa juventude é extremamente diversa e plural. Precisamos ir além do convencional.

Buscando contribuir com essa pluralidade e polifonia é que, por meio da formação do LabExperimental, colocaremos “no ar” a Rádio Portão na rua da Olaria, no bairro da Terra Firme, aqui na capital paraense. Ela não precisa de concessão. Não precisa de autorização.
Nosso objetivo é experimentar com esses jovens um exercício de mídia livre, em que as vozes serão as deles, com suas visões, limitações, conquistas, amadurecimento e crescimento, para que compreendam que sua liberdade não deve ser cerceada em nenhum campo social.

texto de Thica Neves Barros e turma do labE (quem tava 🙂

Mapa afetivo no Prototype Festival

Participamos do Prototype Festival com o Mapa Afetivo Krono Kairós.
“Os gregos antigos possuíam duas palavras para a moderna noção de “tempo”: chronos e kairos. Enquanto a primeira era usada no contexto de tempo cronológico, sequencial e linear, ao tempo existencial os gregos denominavam Kairos e acreditavam nele para enfrentar o cruel e tirano Chronos. Enquanto o primeiro é de natureza quantitativa, Kairos possui natureza qualitativa”

Mais fotos na nossa página do facebook

Krono Kairos * Mapa Criativo de Distância Afetiva

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http://prototype-festival.com.br/mapa-afetivo/

O LabE vai participar do Prototype Festival, dias 12 e 13 de Abril, na Praça Vitor Civita, zona oeste de São Paulo. Serão duas ações, o Mapa Krono Kairos – Oficina de Mapeamento Criativo de Distância Afetiva, que é uma oficina mão na massa, onde os participantes terão vários materiais disponíveis como pincéis, tesouras, tinta guache, canetas hidrográficas, fita adesiva colorida enfim, material para construção desse mapa colaborativo.

A outra ação é de mobilização e criação de um mapa virtual no MootiroMaps.org, mostrando onde estão localizados recursos e organizações do entorno.

Serviço:
12 e 13 de abril de 2014
11h às 17h
prédio 2º andar
Praça Victor Civita
Gratuito