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Ocupação do espaço público – A Batata Precisa de Você, com Laura Sobral

“Intervenções que dessem esse sentimento de pertencimento das pessoas com o lugar pra gerar cuidado. A partir dessa geração de cuidado você estabelece outra relação com a cidade, e os lugares ficam mais vivos e mais interessantes”

OCUPAÇÃO DO ESPAÇO PÚBLICO – A BATATA PRECISA DE VOCÊ,  é a vídeo-oficina online de Laura Sobral, que conta a trajetória do espaço do Largo da Batata, no curso CyberQuilombo, Formação Online de Oficineiros LabE, que remixa africanidades com cultura digital.

Laura conta a trajetória do espaço do Largo da Batata, desde sua época onde acontecia um mercado livre, a reforma interminável do Largo e a intervenção contínua do coletivo A Batata Precisa de Você.

“Formulada em 1997, na gestão do então prefeito Paulo Maluf, a Operação Urbana Faria Lima foi formatada para padronizar a área da Nova Faria Lima e do Mercado de Pinheiros até o Rio Pinheiros, incluindo o Largo da Batata, no padrão da Faria Lima, avenida sede de instituições corporativas e financeiras. Essa obra durou mais de 10 anos e o Largo foi aberto para utilização no ano passado, em 2013. Depois de mais de 150 milhões investidos, o Largo, antes um lugar vivo pelo intenso comércio ambulante e vida nas ruas, tinha se transformado em um deserto, sem árvores de porte que proporcionassem sombra nem nenhum mobiliário urbano além dos postes de iluminação”, trecho do site http://largodabatata.com.br/a-batata-precisa-de-voce/

“Por que a gente considera o facebook um espaço público também? Pela quantidade de pessoas que estão ali no grupo da batata…, e tudo é discutido antecipadamente no mundo virtual… As duas coisas se fortalecem”.

Saiba mais sobre a ação do grupo A BATATA PRECISA DE VOCÊ na publicação disponível em pdf: http://largodabatata.com.br/publicacao/

 

 

 

Inscrições Abertas para o CyberQuilombo

Estão abertas as inscrições para o Cyberquilombo SP – 7º Edital de Formação de Oficineiros LabE, aprovado pelo Edital Vai Tec, da prefeitura de São Paulo

AS INSCRIÇÕES VÃO ATÉ  11.11 E O RESULTADO SERÁ PUBLICADO NO DIA 16.11.

O edital é destinado a interessados em desenvolver habilidades de arte-educação, educomunicação e processos colaborativos no tema “Africanidades”, em conjunto com adolescentes, jovens e adultos em escolas e centros culturais.

Serão selecionados 10 inscritos, que desenvolverão o projeto com treinamento e acompanhamento da equipe do LabE. Podem se inscrever para o processo de formação maiores de idade QUE RESIDAM EM SÃO PAULO (*Aos interessados que não residem em São Paulo podem fazer a inscrição que entraremos em contato quando realizarmos a próxima edição aberta para todo o Brasil*). O curso é gratuito!!!

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Serão 10 encontros (uma vez por semana) de 18.11.15 à 16.02.16, de formação à distância, via hangout, nos quais será discutido, junto a palestrantes convidados, quatro eixos temáticos – modelos de organização, ocupação de espaços públicos, mídia livre e remixologia – que fazem parte do laboratório de criatividade e cultura digital e conteúdos da temática afro que contextualizam os participantes e auxiliam a pensarem a melhor forma de gerar uma ação comprometida com a importância e complexidade do tema, tendo em mente que, desde 2003, o ensino de história e cultura afro é obrigatório nas escolas, mas sofre diversos problemas na sua implementação justamente por culpa das dificuldades de alguns professores em abordar o tema sem reproduzir os mesmos preconceitos que a eles foi passado durante sua formação.

A seleção se dará em 2 etapas: analise técnica das inscrições e entrevista presencial com os candidatos.

Todos os encontros são gravados e editados no formato de video-oficinas. A documentação das falas dos candidatos fazem parte do projeto de criação de uma biblioteca de video-oficinas sobre as temáticas de africanidades, cultura digital e diversidade, para que possam ser utilizadas para estudos online por professores do ensino básico interessados em aplicar a lei 10.639/03, e estudiosos e curiosos de todo o Brasil (e quem sabe América Latina).

Assista as vídeos-oficinas produzidas na ultima edição do CyberQuilombo:

“Música Negra e Movimento Black Power”, com Eugenio Lima.

“Mulher Negra e Feminismo”, com Bergman de Paula

“Oralidade e Literatura Negra Contemporânea”, com Allan da Rosa

Link para inscrições: http://goo.gl/forms/ZD6y5tb2JO

Mais infos:
labexperimental.org

Dúvidas e sugestões, entrar em contato com lab@labexperimental.org

Pré Inscrições Abertas CYBERQUILOMBO – SP

Fomos premiados pelo edital Vai Tec, da prefeitura de São Paulo, e estamos recebendo as inscrições para o 7º Edital de Formação de Oficineiros LabE – CyberQuilombo SP, que acontecerá em setembro, outubro e novembro de 2015.

O edital é destinado a interessados em desenvolver habilidades de arte-educação, educomunicação e processos colaborativos no tema “Africanidades”, em conjunto com adolescentes, jovens e adultos em escolas e centros culturais.

Serão selecionados 10 inscritos, que desenvolverão o projeto com treinamento e acompanhamento da equipe do LabE. Podem se inscrever para o processo de formação maiores de idade QUE RESIDAM EM SÃO PAULO. O curso é gratuito!!!

http://goo.gl/forms/ZD6y5tb2JO

mais infos: http://labexperimental.org/cyberquilombo/
ou
lab@labexperimental.org

“MULHER NEGRA E FEMINISMO”, com Bergman de Paula

“Tem que ter mais troca! Temos que pensar em formas de expandir e ampliar o repertório em relação a esse debate. (…) A gente precisa cada vez mais criar formas de difusão das nossas ideias. A propaganda revolucionária tem que ser um dos nos nossos motes”, Bergman de Paula.

“MULHER NEGRA E FEMINISMO” é a vídeo-oficina online de Bergman de Paula, historiadora e integrante do Grupo Kilombagem, que realizou uma oficina no curso CyberQuilombo, Formação Online de Oficineiros LabE, que remixa africanidades com cultura digital.

Nos primeiros minutos do video, Bergman narra o depoimento da escrava Tibuba, do livro “Eu Tituba, Feiticeira Negra de Salem”, da escritora Maryse Condé. “Em detrimento de ter os seus filhos e de criar sua unidade familiar, elas cuidavam da unidade familiar de seus senhores. (…) na pós-abolição esses antagonismos vão se acentuando de uma outra forma (…) mesmo depois de libertas, essas mulheres continuam como serviçais, porém agora elas não são mais as escravas domésticas, elas são as empregadas, as trabalhadoras domésticas”, analisa Bergman.

vídeo:

CYBERQUILOMBO

>>Queremos facilitar a aplicação da lei: 10.639/03

Com base na Lei nº 10.639, assinada e promulgada em 2003 que define que a temática afro-brasileira é obrigatória nos currículos dos ensinos fundamental e médio, pretendemos,  a partir das oficinas e intervenções promovidas pelos oficineiros participantes do CyberQuilombo, aplicar pílulas de ações dentro das escolas que promovam reflexões sobre a importância da participação do negro na nossa sociedade.

Dentro das discussões pedagógicas em torno da lei são identificados diversos desafios para o cumprimento pelas escolas. Um deles é a falta de material dos professores para abordarem o assunto de maneira teórica e prática sem reproduzir os preconceitos existentes nos livros didáticos que narram a história do negro através de um olhar branco eurocentrista. Partindo dessa informação, pretendemos através das vídeo-oficinas a partir da documentação das falas dos palestrantes convidados contribuir com processo de criação de conteúdo sobre a temática afro, a fim de que as mesmas possam ser utilizadas para estudos online de professores do ensino básico interessados em aplicar a lei 10.639/03, e estudiosos e curiosos em geral.

O LabExperimental é um projeto online de formação livre, pautado no debate de cultura de rede, sistematizado em quatro eixos: modelos de organização, ocupação do espaço público, mídia livre e remixologia. De 2013 a 2015, produzimos 5 edições do curso de formação online.

mais infos: http://labexperimental.org/cyberquilombo/

Roda de conversa nas Fábricas de Cultura

A temática da conversa era “A Internet como um espaço livre para o aprendizado”. No roteiro do batepapo, passamos pela história da internet, marco civil, LAI, crowdfunding, mídia livre, remixologia e, claro, o facebook ( o facebook é o site mais citado pelos jovens, com 71,9% de aparição nas respostas da Pesquisa Brasileira de Mídia 2014, do Observatório da Imprensa).

Internet como espaço livre_rodadeconversa19_05_2015 (30)

O facebook ocupa a maior parte do tempo digital dos adolescentes, sabemos pela pesquisa e na prática.  Mas a diversidade de assuntos e a dinâmica de produção de conteúdo dessa rede social pode ser um aliado ao aprendizado? Pode. Depende do que você está produzindo e consumindo de conteúdo. Outro fator importante é se conectar aos jovens, compartilhando outras referências de aprendizado, como por exemplo o portal nobelprize.org/educational, ted.org e outros.

Mas como juntar biblioteca (de livro de papel) com cultura digital? Saímos da roda com essa pergunta na cabeça!

Foram 5 conversas nas Fábricas de Cultura: Brasilândia, Cachoeirinha, Jaçanã, Capão Redondo e Jd. São Luis, fábricas orientadas pela Poiesis. As conversas aconteceram dentro da programação das bibliotecas, onde também tem um laboratório digital.

Em três momentos, educadores me questionaram: como fazer com que os alunos não apenas copiem e colem do google o trabalho escolar? Como motivar o estudo, a análise e a reflexão na era CtrlC CtrlV? E voltem a usar (também) livros para pesquisa?

Ficamos bastante motivados pelo desafio: construir uma metodologia para oficinas que remixem a pesquisa na Internet com os conteúdos nos livros não-digitais!

 

 

 

A INTERNET COMO ESPAÇO LIVRE PARA O APRENDIZADO

< roda de conversa >

A internet é um campo experimental cheio de novidades e perigos!
Para entender a potencialidade dessa rede, conversaremos sobre remixologia, crowdfunding, cultura hacker e muito mais! As rodas de conversa serão nas Fábricas de Cultura. Atividade gratuita, sempre as 18 horas.

// dia 06 de maio, quarta-feira, na fábrica de cultura Vila Nova Cachoeirinha
// dia 12 de maio, terça-feira, na fábrica de cultura Brasilândia
// dia 13 de maio, quarta-feira, na fábrica de cultura Capão Redondo
// dia 19 de maio, terça-feira, na fábrica de cultura Jaçanã
// dia 20 de maio, quarta-feira, na fábrica de cultura Jardim São Luís

Rolê Guiado

Ocupação do espaço público, cultura digital, laboratório audiovisual e valorização da memória local. Faça um remix com tudo isso e… tãn-dãn, você terá o Projeto Rolê Guiado, o mais novo projeto do LabExperimental em parceria com o Coletivo Studio Luzia e com a Escola Amorim Lima.

O Projeto Rolê Guiado é um laboratório de audiovisual e formação livre em remixologia e ocupação de espaço público. O laboratório será realizado através de oficinas de fotografia com aparelhos celulares,  tratamento de foto utilizando software livre; rolês fotográficos guiados por áudio, “mapeamento foto-afetivo” de pontos e personagens históricos do bairro, e intervenções visuais na Praça Elis Regina.

As Oficinas

Usaremos o software livre GIMP para as edições de imagem nas oficinas, incentivando a cultura hacker por meio da apropriação de ferramentas livres e autonomia.

O Rolê

Através de um mapeamento prévio dos pontos e personagens históricos do bairro, será produzido um audio que servirá de guia para os “rolês fotográficos”. O audio indicará aos participantes os caminhos a serem percorridos e os locais a serem fotografados, além de narrar a importância e a história do ponto escolhido. Todas as fotos irão alimentar um mapa e uma galeria virtual, pronta a buscar (via hashtag), a memória histórica e o mapeamento afetivo local.

Intervenção Artistico Visual na Praça 

Finalizando e fechando o projeto, todo o material desenvolvido e que já estará em rede será exibido na Praça Elis Regina, utilizando tecnologias como VideoMapping e projeções, tornando todo o espaço ocupado pelas imagens do próprio bairro. A ideia é transformar a praça numa grande galeria a céu aberto, tudo que foi registrado durante o Rolê Guiado, enaltecendo a comunidade local em uma grande intervenção visual coletiva.

As oficinas acontecerão na Escola Municipal Desembargador Amorim Lima que, a partir das atividades culturais oferecidas em seu espaço, chegou a ganhar o Prêmio Cultura Viva, tornando-se mais um ponto de cultura na cidade de São Paulo, e também reconhecida pelo seu modelo pedagógico e por suas “salas sem parede”, baseado na Escola da Ponte de Portugal.

Aprovado no Edital Redes e Ruas, o Projeto Rolê Guiado iniciará suas atividades em fevereiro, quando abrirá chamada pública para inscrição nas oficinas. No caso de esgotamento das vagas será dada preferencia aos alunos da escola.

Oficina Hackerativismo no Sesc Pompéia

Mini curso de hackerativismo no Sesc Pompeia
dias 20, 22, 27 e 29 de janeiro
das 19 as 22h
inscrições nos dias das oficinas

* debate sobre cultura digital e dados abertos, cultura hacker, conceitos e técnicas de recolhimento e visualização de dados em conjunto com os participantes da oficina, a fim de que eles se apropriem dos processos criados e os utilizem, de forma autônoma, para coletar, produzir e disseminar informações estratégicas que abordem temáticas de direitos humanos.

Orientação: Jonaya de Castro e Patricia Cornils.
http://www.sescsp.org.br/aulas/51126_HACKERATIVISMOhackeativismo1