Arquivo da categoria: estudo livre

imaginar É gesto político

 Muitos têm repetido que o mundo não será o mesmo após a pandemia provocada pelo novo coronavírus. O mundo já não é o mesmo, mas o que vem pela frente pode ser ainda pior. Quais as possibilidades de futuro pelas quais queremos lutar daqui em diante? O que é necessário para que ainda seja possível imaginar um futuro onde queremos e podemos viver?  

Assim nasce o movimento #LiberteoFuturo, com o objetivo de inspirar a reflexão crítica e dinâmica sobre a vida pós-pandemia. Lançado oficialmente a partir deste domingo (5 de julho de 2020), o coletivo não é liderado por uma pessoa ou organização, mas parte do conceito “Eu+1+, a equação da rebelião”, de autoria do poeta Élio Alves da Silva, do Médio Xingu, Altamira, Amazônia. A ideia central é invocar a responsabilidade coletiva ao reunir todos aqueles que querem fazer parte da criação e realização de mudanças na sociedade atual. 

liberte o futuro

Para abrir a discussão, no domingo (5), das 18h às 20h, será realizada uma manifestação online através do www.manifao.org. A plataforma possibilita a simulação de uma manifestação de rua online, com conversas ao vivo, abertas a diferentes falas, compartilhamento de fotos e cartazes, performances e exibição de projeções por vídeo.

Wagner Moura, Alice Braga, Eliane Brum, Zé Celso Martinez, Joênia Wapichana, Zélia Duncan, Fabiana Cozza, Antonio Nobre, Sérgio Vaz, Carmen Silva, Eliane Caffé, Jacira Roque de Oliveira (mãe de Emicida e Fiote), Tasso Azevedo, João Cezar de Castro Rocha, Déborah Danowski, André Trigueiro, Júlio Lancelotti e Tati dos Santos, são alguns dos nomes de intelectuais, artistas, ativistas e estudiosos que se mobilizaram para apoiar o movimento. 

O objetivo é incentivar a participação e engajamento nas redes de quem quer construir um futuro que não seja passado, e impedir a volta da anormalidade que condena a nossa e as outras espécies. Não queremos um novo anormal. A plataforma será também um grande mostruário da imaginação do futuro neste momento histórico tão particular, que poderá servir tanto como inspiração para ações como para pesquisas em diferentes áreas.

A desigualdade global (e brasileira) atinge níveis recordes: os 2.153 bilionários do mundo concentram mais riqueza do que cerca de 60% da população mundial. A emergência climática provocada por ação humana exige mudança, ou teremos apenas um futuro hostil para as futuras gerações. A maior crise sanitária em um século impôs o isolamento físico, mas não o isolamento social. As ideias não têm restrições, nem fronteiras.

Como funciona?

O movimento se concentra em cinco propostas principais, que disparam perguntas e convidam a imaginar possíveis respostas: 

1. Antídotos contra o fim do mundo: imagine como quer viver

2. Democracia: proponha políticas públicas, assim como mudanças nas leis e nas normas para reduzir as desigualdades de raça, gênero e classe

3. Consumo: indique alternativas para eliminar as práticas de consumo que escravizam a nossa e as outras espécies

4. Emergência climática: sugira ações para impedir a destruição da natureza, garantindo a continuidade de todas as formas de vida no planeta

5. Insurreição: defina a melhor ação de desobediência civil para criar o futuro onde você quer viver! 

As propostas devem ser enviadas em vídeos de um minuto cada. Os vídeos devem ser postados em suas redes sociais com a #LiberteoFuturo ou enviados pelo whatsapp +55 11 97557-9830 após o lançamento, no dia 5 de julho.

Em cada um deles, o participante deve dizer seu nome, e a cidade e país onde vive. Estes vídeos serão reunidos na plataforma digital www.liberteofuturo.net. Não há uma data limite para envio dos vídeos, mas após esta primeira fase, a proposta é colocar a mão na massa e formar uma rede de pessoas comprometidas a debater e executar ações, locais e globais, para libertar o futuro. 

Laboratórios Sociais: Liberte o Futuro

Os “Laboratórios Sociais: Liberte o Futuro” serão jornadas colaborativas de encontros online para facilitar a criação dos futuros sonhados nos vídeos. A partir das provocações iniciadas pelos vídeos, os laboratórios oferecerão espaços de troca e co-criação para aprofundar, planejar ações e criar estratégias para o futuro, executadas no presente.

INTERATIVISMO

A transição do imaginário passa pelo Interativismo. Vou assumir aqui um conceito de O Interativismo vai além das possibilidades de interação de curtidas, comentários e de compartilhamentos nas redes sociais. Trato aqui do Interativismo como interação entre artistas e ativistas através da cultura, compartilhando espaços, tempos e audiências com o objetivo de expandir o imaginário de seus públicos. Inter – Ativismos.

São necessárias algumas ressalvas sobre o que é ativismo? “Ativismo significa defender algo… uma argumentação que privilegie a prática efetiva de transformação da realidade em detrimento da atividade exclusivamente especulativa’.(1)

Então, o ativismo seria a mudança, o empírico, a alteração do comportamento e não apenas a reflexão teórica sobre a temática. Sendo uma das ações da cultura a alteração da consciência, o convite para a reflexão, a interação com os ativistas se torna o ativismo em si mesmo.

(1) https://pt.wikipedia.org/wiki/Ativismo

INTERATIVISMOS e mudançAS CLIMÁTICAS

 O labExperimental, coletivo atuante desde 2013 nas redes e ruas, inicia em 2020 a pesquisa “Interativismos”, a partir de iniciativas ambientais que interagem com outros ativismos. Como primeiro movimento desse projeto, vamos lançar em julho de 2020 um mapa com um infográfico com 240 ongs e coletivos do ecossistema de meio ambiente do Brasil, incluindo algumas organizações latinoamericanas e internacionais. Podem se cadastrar iniciativas ambientais ou de outros ativismos mas que estejam interagindo com essa pauta, e que abordam mudanças climáticas de diversas maneiras. 

Concluído o mapeamento e realizada a publicação online desse ecossistema, a segunda parte do projeto será selecionar 60 iniciativas para entrevistas em profundidade, gerando uma publicação de práticas de < INTERATIVISMOS E MUDANÇAS CLIMÁTICAS >.

Para participar, preencha o formulário nesse link.

Qualquer dúvida: jonaya@labexperimental.org

workshop Gestão do caos 2019

Abertas as inscrições para o workshop Gestão do Caos no Sesc CPF, São Paulo, em maio de 2019. Gestão do Caos é um laboratório prático de planejamento de gestão, comunicação e cultura de rede para coletivos, ongs e projetos. O que faz pessoas acreditarem e se engajarem em experiências culturais e ativistas? Como planejar um financiamento misto para cada projeto não dependa de apenas uma fonte? Aproveitamos ao máximo o que os recursos públicos nos oferecem? Sua obra produz debate e reverbera? A comunicação pode ser obra de arte? Algumas dessas perguntas são gatilhos para conhecermos práticas e metodologias que potencializam o trabalho de gestão cultural. 

O laboratório regular tem 8 encontros, com aulas teóricas e atividades práticas. O objetivo do curso é que os participantes tenham ferramentas e espaço prático para construírem novos projetos ou desenvolverem áreas novas em projetos em andamento. 

As temáticas desenvolvidas serão: 

Engajamento, 

Financiamento, 

Comunicação e Mídia, 

Articulação, 

Ecossistema Cultural, 

Remixologia e

Planejamento a longo prazo. 

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MINISTRA O WORKSHOP

Jonaya de Castro, SP, Brasil

Jonaya de Castro é gestora Cultural com especialização em Capitais Culturais da União Europeia. Integrante da Cátedra Unesco de Cultura e Desenvolvimento.  Co-autora da publicação de produção cultural “Inspirador” do Goethe Institut, “Matchfunding, Captação Criativa”, pelo Proac-SP, websérie Cyberquilombo. Professora de comunicação e cultura de rede do curso de gestão cultural do Itaú Cultural.

Emergência Política

Duas pesquisas importantíssimas para o entendimento de inovação política na América Latina foram realizadas pelo Instituto Update. Jonaya de Castro, pesquisadora e idealizadora do labExperimental, atuou como planejadora convidada do Emergência Política América Latina, e como coordenadora do Emergência Política Periferias. As pesquisas falam sobre inovação política, que embora tenha um horizonte comum na redução das desigualdades, possui diversas perspectivas e abordagens. O Brasil tem uma democracia muito jovem, e diversas práticas políticas ainda se remetem aos tempos de ditadura, ou mesmo ao processo de colonização e monarquia.
(imagem destacada de Vitor Massao)

  • A pesquisa EMERGÊNCIA POLÍTICA PERIFERIAS é um retrato histórico de periferias de cinco cidades do Brasil: Recife, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Belo Horizonte. Foram mapeadas mais de 400 iniciativas ligadas à política institucional, ONGs, coletivos informais e indivíduos, dentro das pautas de Mídia Independente e Alternativa, Participação Política, Redes de Colaboração, Movimentos Sociais e Culturais, Meio Ambiente e Empreendedorismo Social, que atuam em seus territórios. 
  • A pesquisa EMERGÊNCIA POLÍTICA AMÉRICA LATINA entrevistou 250 iniciativas da Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Guatemala, México, Paraguai, Peru e Uruguai. O debate apresentará as inovações políticas mais importantes e que estão acontecendo agora. Sendo a América Latina a região mais desigual do mundo, combater a desigualdade deve ser a premissa de qualquer inovação política que tenha como finalidade fortalecer a democracia.

Para saber mais acesse emergenciapolitica.org

labRosalux

A Fundação Rosa Luxemburgo, em parceria com o labExperimental prozuriram 4 videoaulas sobre Rosa Luxemburgo. Assista nesse link:

VIDEOAULAS LABROSALUX

O labRosaluxemburgo aconteceu em 2017. O laboratório foi uma experiência com quatro aulas sobre a atualidade do pensamento de Rosa Luxemburgo.

Durante os movimentos Occupy mundo afora (2011), as jornadas de junho (2013) e a ocupação das escolas secundárias no Brasil (2016) vivemos “um momento Rosa Luxemburgo”. Por quê? Uma ideia central do seu pensamento é a de que a emancipação dxs oprimidxs, quer seja de classe, gênero, raça ou sexualidade, só pode ser fruto da ação autônoma das próprias partes interessadas. A liberdade não pode ser outorgada e sim conquistada. Para Rosa, não há sociedade livre sem pessoas livres, não manipuladxs, seja por lideranças políticas, mídia, propaganda, ou, no plano individual, por suas paixões e fantasmas.

O laboratório foi composto de 4 aulas:

aula 1 – 22 de setembro das 19 as 21h30
aula 2 – 29 de setembro das 19 as 21h30
aula 3 – 06 de outubro das 19 as 21h30
aula 4 – 17 de outubro das 19 as 21h30

Inscrições para participar presencialmente para pessoas de São Paulo – 12 vagas – e acontecerão na sede da Fundação Rosa Luxemburgo no bairro de Pinheiros, em São Paulo.

Inscrições para participarem online para pessoas de outras cidades e estados do Brasil e países da América Latina, desde que entendam português – 12 vagas. Após as inscrições entraremos em contato com os selecionados para uma breve conversa online.

AS INSCRIÇÕES VÃO ATÉ 15/09 E O RESULTADO SERÁ PUBLICADO NO DIA 18/09.

Infos: lab@labexperimental.org

Gestão do Caos

Palestra Gestão do Caos e Remixologia em Santa Catarina 

Gestão do Caos, ou, como a gente continua produzindo arte e cultura mesmo em tempos onde ser artista é um ato de ativismo! Agora em Julho, a palestra/conversa nos Sescs

FLORIANÓPOLIS
20/07 (qui), às 19h30: Teatro do Sesc Prainha – Travessa Siryaco Atherino, 100, Centro (48) 3229-2200

LAGUNA
21/07 (sex), às 19h30: Laguna – Cine Teatro Mussi – Rua Engenheiro Colombo Machado Salles, s/n, Centro Histórico (48) 3644.0152

ITAJAÍ
22/07 (sáb), às 19h30: – Teatro do Sesc em Itajaí – Rua Almirante Tamandaré, 259, Centro (47) 3249.3850

JOINVILLE
23/07 (dom), às 19h30: Teatro do Sesc em Joiville – Rua Itaiópolis, 470 – Bairro América (47) 3249.3850

JARAGUÁ DO SUL
25/07 (ter), às 19h30: Jaraguá do Sul – Teatro do Sesc em Jaraguá do Sul – Rua Jorge Czerniewicz, 633 (47) 3275.7800

LAGES
27/07 (qui), às 19h30: Lages – Centro Cultural Vidal Ramos Rua Vidal Ramos Júnior, 152, Centro (49) 3222.3936

CHAPECÓ
28/07 (sex), às 19h30: Chapecó – Teatro do Sesc em Chapecó – Rua Brasília, 475D, Jardim Itália (49) 3319.9100

Parte 1 – modelos de organização

  • PESSOAS – o que faz pessoas acreditarem e se engajarem em experiências culturais e artísticas?
  • DINHEIRO – como planejar um financiamento misto para cada projeto não dependa de apenas uma fonte, como os editais por exemplo.
  • Aqui a gente vai falar de articulação!

Parte 2 –  Ocupação do espaço público

  • INTERNET – A internet é um espaço público?
  • ESPAÇO PÚBLICO – Aproveitamos ao máximo o que os recursos públicos nos oferecem? Praças, parques, teatros públicos?
  • Aqui a gente vai conversar sobre ecossistema da cultura e suas potencialidades

Parte 3 – Mídia Livre

  • GERAÇÃO DE CONTEÚDO ONLINE – sua obra produz debate e reverbera?
  • A comunicação pode ser obra de arte?

Parte 4 – Remixologia

  • Como produzir conteúdos licenciados de maneira livre, creative commons, que podem ser remixados nos trabalhos culturais?
  • Também vamos estudar alguns casos de crowdfunding, isso é, de financiamento coletivo para ações culturais.

Contato: lab@labexperimental.org

Workshop Inspirador 1.2

Como remixar bicicleta, reciclagem e comunicação colaborativa em um projeto sustentável?

Três dias de produção cultural com Lorena Vicini, do Instituto Goethe, e Jonaya de Castro, do labExperimental, no Condomínio Cultural, 24, 25 e 26 de abril.

O Workshop “PRODUÇÃO CULTURAL : DÁ PRA FAZER DIFERENTE? é baseado na publicação INSPIRADOR de produção cultural de iniciativa do MinC e Goethe Institut, sobre o planejamento de projetos pensando de forma colaborativa e prática. A pesquisa foi publicada em 2015 e esse ano sai a versão 1.2 em inglês com atualizações internacionais 🙂 que será publicada em maio.

http://condominiocultural.org.br/2017/03/inspirador-1-2/

Cyberquilombo nas escolas | Multiplicando

No dia 17 de março, foi dia de conhecer, pensar e discutir cultura afrobrasileira e relações raciais no Brasil, na Escola Estadual Rui Bloem, no Bairro de Mirandópolis.

A atividade foi organizada pela professora de sociologia Sirlene Verginio, que através de exibições das vídeos aulas do labExperimental, “Música Negra e Movimento Black Power” e “Espaço Público e Memória”, conduziu rodas de conversas com os alunos após as seções dos vídeos.

Ao todo mais de 300 alunos participaram das dinâmicas que, a partir das falas apresentadas nas videoaulas, convidavam para uma reflexão acerca da participação dos negros na construção cultural dos países da diáspora negra – países além África que receberam migração forçada de negros africanos escravizados -, e sobre a importância da valorização das memórias e dos nomes dos grandes personagens negros da história do Brasil na construção de referências simbólicas que possam ocupar os imaginários de resistência negra de forma positiva.

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No dia 02 de março foi a vez da artista negra, Jô Pereira tomar a cena com as crianças da escola E.E. Brasilio Machado, escola que fica localizada no bairro da Vila Madelena e atende crianças do fundamental um. Numa ação lúdica a artista Jo Pereira narrou e interpretou com a participação dos alunos do 2º ano (7/8 anos) a história dos diversos penteados afros,  partindo das transas e adereços de um grupo de crianças de uma aldeia africana fictícia, até chegar às diversidades de penteados contemporâneos, passando pelos grandes e armados cabelos crespos que dão forma ao black power, cabelos coloridos e arrojados e cabelos crespos alisados. O desfecho foi pontuado quanto à diversidade de misturas do povo brasileiro, as diferenças mestiçagens dos negros brasileiros, e o respeito às diferenças de toda e qualquer pessoa, no que se refere à etnia, terminando com a reflexão de que o cabelo do negro ou da negra pode ser como eles quiserem desde que se sintam bem com ele e a importância do respeito às nossas diversidades.

A ação foi registrada pela Secretária Estadual de Educação. Confira no video: https://www.youtube.com/watch?v=efIocXZUd8M

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No Bairro do Rio Pequeno, a Cyberquilombola Jessica Cerqueira conduziu junto aos alunos do Cursinho Popular do Rio Pequeno, uma roda de conversa sobre memória a partir da exibição da vídeo aula do labExperimental “Espaço Público e Memória”, e depois cada participante produziu uma mapa afetivo das suas memórias familiares que constituem suas identidades.

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A arte educadora Thais Chocolate realizou uma atividade chamada Auto-Retrato, junto a mais de 60 alunos do CCA que fica localizado na periferia da zona norte, que consistia em observar-se no espelho compreender e retratar suas características, afim de identificar sua identidade negra ou origem. A partir de questionamentos sobre qual seria o melhor tom de lápis para retratar cada tipo de pelo, entre outros, Chocolate conduziu de forma sutil uma breve reflexão sobre estetica e pertencimento com os alunos. A arte educadora tem planos de realizar a mesma atividade com uma turma de adultos “pois mesmo adultos e mais conscientizados acerca das problemáticas sociais muito de nós nos encontramos nos campos de não pertencimento.”

 

Curso de Formação livre Cyberquilombo

 

As ações foram propostas como Ação de Conclusão do Curso Cyberquilombo, um laboratório de cultura digital e africanidades, destinado a interessados em desenvolver habilidades de arte-educação, educomunicação e processos colaborativos em conjunto com adolescentes, jovens e adultos em escolas e centros culturais, no tema Africanidades.

O laboratório de 10 encontros é facilitado pela equipe do labExperimental e a cada encontro recebe um convidado para falar sobre modelos de organização, ocupação de espaços públicos, mídia livre e remixologia – que fazem parte do laboratório de criatividade e cultura digital e conteúdos da temática afro que contextualizam os participantes e auxiliam a pensarem a melhor forma de gerar uma ação comprometida com a importância e complexidade do tema Africanidades.

 

Lei 10.639/03

Queremos facilitar a aplicação da lei: 10.639 , assinada e promulgada em 2003 que define que a temática afro-brasileira é obrigatória nos currículos dos ensinos fundamental e médio. Pretendemos, a partir das oficinas e intervenções promovidas pelos oficineiros participantes do Cyberquilombo, aplicar pílulas de ações dentro das escolas que promovam novas olhares sobre as histórias dos negros na nossa sociedade.

 

Videoaulas

A nossa meta para 2016 é construir uma galeria com 40 videoaulas que promovam positivamente o debate sobre direitos humanos, gênero, africanidades, relações étnico raciais e liberdade de expressão. Nossa biblioteca já conta com 9 videoaulas produzidas através dos registros dos Cursos de Formação Livre do labE: #CYBERQUILOMBO E #MULHERESNAPOLITICA

 

Inscreva-se no canal do youtube para acompanhar os lançamentos: youtube.com/labexperimentalorg