Arquivo da categoria: educomunicação

Ou é mídia ou é livre!

A videoaula de Paulo Markun, jornalista e ex-presidente da TV Cultura, propõe uma reflexão sobre o alcance das alternativas de comunicação, que chamamos de mídia livre.

“Não basta a criatividade, você precisa ter meios de apuração da informação… o wikileaks é um bom exemplo de disrupção desse processo, justamente porque a possibilidade de distribuição da informação livremente faz com que ela seja subversiva… ”

“Nos estamos vivendo um outro problema que é a concentração de audiência em poucos plataformas, como o Facebook… e que são plataformas que são grandes concentradoras de recursos mas não aplicam esses recursos na produção de conteúdo…”

#CYBERQUILOMBO
É um curso de formação livre que remixa cultura digital e africanidade, e investiga e aplica intervenções criativas em ambientes educacionais no tema africanidades e relações etnico raciais, além de produzir conteúdos digitais, voltados para o aprimoramento de professores e estudiosos em geral, a cerca do tema Africanidades.
Queremos facilitar a aplicação da lei: 10.639/03 , assinada e promulgada em 2003 que define que a temática afro-brasileira é obrigatória nos currículos dos ensinos fundamental e médio, pretendemos, a partir das oficinas e intervenções promovidas pelos oficineiros participantes do CyberQuilombo, aplicar pílulas de ações dentro das escolas que promovam reflexões sobre a importância da participação do negro na nossa sociedade.

Inscreva-se no canal do youtube para receber os próximos vídeos: youtube.com/labexperimentalorg

Videoaula: Danças Africanas e Suas Diásporas no Brasil, com Luciane Ramos

“Eu to falando de dança como produção de conhecimento. Para além do entretenimento. Para além da ludicidade, muito embora a ludicidade seja um caminho importante pra chegar ao conhecimento. Então, em que medida eu abordo a dança como a possibilidade de encontrar um bem estar, uma autonomia do corpo, uma autonomia do existir, e também um espaço de dignidade? Pensando também, que é no corpo que se funda a nossa história (…) O meu caminho com o mundo, em primeiro lugar se dá através do meu corpo, então o meu  corpo não é só instrumento para se chegar à alguma coisa, o meu corpo sou eu, e é no nosso corpo que se escreve a nossa ancestralidade.”

Este é um trecho da videoaula Danças Africanas e Suas Diásporas no Brasil, a 8ª videoaula produzida pelo labExperimental, através do registro do Curso de Formação Livre labE: Cyberquilombo

#CYBERQUILOMBO
É um curso de formação livre que remixa cultura digital e africanidade, e investiga e aplica intervenções criativas em ambientes educacionais no tema africanidades e relações etnico raciais, além de produzir conteúdos digitais, voltados para o aprimoramento de professores e estudiosos em geral, a cerca do tema Africanidades.
Queremos facilitar a aplicação da lei: 10.639/03 , assinada e promulgada em 2003 que define que a temática afro-brasileira é obrigatória nos currículos dos ensinos fundamental e médio, pretendemos, a partir das oficinas e intervenções promovidas pelos oficineiros participantes do CyberQuilombo, aplicar pílulas de ações dentro das escolas que promovam reflexões sobre a importância da participação do negro na nossa sociedade.

Inscreva-se no canal do youtube para receber os próximos vídeos:https://www.youtube.com/channel/UCf8SQGj2NSBhDi7fD-yhh6Q

“A Não Violência como ação política”, com Mikael Freitas

“Quando tiram a minha humanidade, quando o Estado me priva de eu ser eu mesmo, quando me rebaixa, quando me coloca na situação do outro, quando me trata como coisa, essa é uma das piores violências que a gente pode sentir”

vídeo-oficina online sobre “não violência”

“A Não Violência como ação política”, é a vídeo-oficina online de Mikael Freitas, mestre em Sistemas Complexos e integrante da Escola de Ativismo, que apresentou uma fala no curso CyberQuilombo, O processo é uma Formação Online de Oficineiros que acontece via hangout, e que remixa africanidades com cultura digital. A temática da Não Violência faz parte dos estudos de modelos de organização, um dos eixos do labExperimental.

MIKA 1

“A primeira coisa quando a gente fala em não violência é olhar pro mundo à nossa volta e perceber onde está a violência e quem é o agente dessa violência. Tem a violência física, por exemplo, se eu vou sair na rua para defender alguma coisa que acredito e eu apanho de cacetete da polícia ou do estado. Tem a violência simbólica, do discurso, de alguém falando que de fato está indo diretamente contra a minha pessoa e não é uma questão mais de opinião. E tem também  a violência estrutural. O Estado é violento desde o discurso, desde a estrutura, quando ele coloca na TV uma certa realidade, ou quando ele afeta nossas crenças, origens, nossa história”. Militantes como Martin Luther King e Gandhi são citados na fala, e servem de pesquisa para aprofundarmos no tema.

Assista aqui: https://www.youtube.com/watch?v=5kB2mqls35M

CYBERQUILOMBO

< Queremos facilitar a aplicação da lei: 10.639/03 >

Com base na Lei nº 10.639, assinada e promulgada em 2003 que define que a temática afro-brasileira é obrigatória nos currículos dos ensinos fundamental e médio, pretendemos,  a partir das oficinas e intervenções promovidas pelos oficineiros participantes do CyberQuilombo, aplicar pílulas de ações dentro das escolas que promovam reflexões sobre a importância da participação do negro na nossa sociedade.

Dentro das discussões pedagógicas em torno da lei são identificados diversos desafios para o cumprimento pelas escolas. Um deles é a falta de material dos professores para abordarem o assunto de maneira teórica e prática sem reproduzir os preconceitos existentes nos livros didáticos que narram a história do negro através de um olhar branco eurocentrista. Partindo dessa informação, pretendemos através das vídeo-oficinas a partir da documentação das falas dos palestrantes convidados contribuir com processo de criação de conteúdo sobre a temática afro, a fim de que as mesmas possam ser utilizadas para estudos online de professores do ensino básico interessados em aplicar a lei 10.639/03, e estudiosos e curiosos em geral.

O LabExperimental é um projeto online de formação livre, pautado no debate de cultura de rede, sistematizado em quatro eixos: modelos de organização, ocupação do espaço público, mídia livre e remixologia. De 2013 a 2016, produzimos 7 edições do curso de formação online.

mais infos: http://labexperimental.org/cyberquilombo/

 

software livre como editor de texto faz diferença na sua escrita?

( Artigo de Sávio L. Lopes, integrante do labE Cyberquilombo 1, pesquisador na área de comunicação e poder)

Comunicação, software livre e liberdade. Um dos temas que mais tem me interessado atualmente, além de ser minha área de pesquisa, é o da comunicação. No vasto universo das teorias da comunicação, há uma nobre desconhecida. É a teoria das materialidades da comunicação.

O que essa teoria tem a nos oferecer? Erick Felinto, em um livrinho chamado “Passeando no labirinto: ensaios sobre as tecnologias e as materialidades da comunicação”, definiu assim: “podem ser entendidas como uma tentativa de inserção decidida e metódica do corpo e da matéria no âmbito dos estudos culturais. Seu método de trabalho é eminentemente descritivo e não interpretativo; seu foco são os meios e as instituições que deles fazem uso; seu campo é a materialidade histórica da época em pauta (sempre percebida a partir do prisma de seus discursos e tecnologias dominantes).”

Em primeiro lugar, a teoria das materialidades da comunicação tenta se inserir no campo dos estudos culturais. Em segundo, o seu método, enquanto teoria, tem foco na descrição do fenômeno comunicacional, e não na produção de uma interpretação, ou de sentido. Em último lugar, entendemos que tanto meios (de comunicação, por exemplo, aparatos tecnológicos) quanto instituições (que não são físicas, pense na instituição “Estado” e não no prédio que abriga os servidores do Estado) possuem materialidade.

Uma questão que surge quando citamos as materialidades da comunicação é: Será que os equipamentos que utilizamos, e para ser mais exato; os meios e instituições; nos influenciam, ou ainda, nos moldam de alguma maneira?

Para tentar responder essa questão, vamos recorrer à uma história contada por Martin Stingelin. Segundo ele, o filósofo alemão, Friedrich Nietzsche, recebeu de presente uma de suas primeiras máquinas de escrever, chamada esfera de tipos, que era desenvolvida para pessoas com deficiência visual, o que em 1882, se aproximava da situação do filósofo alemão, já que estava cada vez com mais dificuldade de escrever à mão, justamente por dificuldades de enxergar.

Perguntado via carta por Stingelin sobre a influência deste novo tipo de máquina em suas elaborações frasais e conceituais, Nietzsche responde: “Você está certo – nossos instrumentos de escrita funcionam lado a lado com nossos pensamentos”. Segundo a perspectiva adotada por Stingelin, os meios que utilizamos moldam, ou pelo menos nos influenciam em alguma medida. Guardem essa resposta de Nietzsche na gaveta e vamos adicionar mais um integrante em nossa viagem.

imagem 3 savio

Figura 1: Friedrich Nietzsche

Apresento-lhes Marshall McLuhan, o filósofo canadense e autor do livro “Os meios de comunicação como extensões do homem”. Um de seus capítulos, possui o curioso título: “O meio é a mensagem”. É evidente que não nos cabe nesse pequeno texto, travar a discussão sobre o que são meios, já que o assunto é extenso e pode ser aprofundado a partir das sugestões de leitura que constam ao final desse texto.

Nas palavras do próprio McLuhan: “Primeiro moldamos nossas ferramentas, depois elas nos moldam.” Ou seja, as coisas, meios, instituições, que utilizamos, ou que projetamos, fabricamos e moldamos, também nos moldam. Tirem da gaveta a história de Nietzsche. Assim, passamos à seguinte conclusão: Se os meios que utilizamos (como a máquina de escrever de Nietzsche), trabalham junto com a gente, se eles não são neutros, (Como afirma McLuhan, que o meio é a mensagem) ou seja, possuem um lógica inscrita, usar um determinado tipo de equipamento em detrimento de outro, faz toda diferença, certo?

imagem 2 savio

Figura 2: Marshall McLuhan

E se por equipamentos e ferramentas entendermos inclusive os softwares que utilizamos? Para produzir um texto, por exemplo, utilizo, além do computador, um software de edição de texto. Se minhas ferramentas me moldam, utilizar um determinado tipo de software para produzir um texto, influenciaria minha escrita, enquanto ao utilizar outro tipo de software eu seria influenciado de outra maneira. Para costurar todas essas pontas, vamos adicionar à nossa viagem o último integrante.

imagem 1 savio

Figura 3: Richard Stallman

Conheçam Richard Stallman, hacker, criador do movimento software livre e fundador do projeto GNU. Mas afinal, qual a relação do software livre com tudo isso? Em primeiro lugar, o que é software livre? “Por “software livre” devemos entender aquele software que respeita a liberdade e senso de comunidade dos usuários. Grosso modo, os usuários possuem a liberdade de executar, copiar, distribuir, estudar, mudar e melhorar o software. Assim sendo, “software livre” é uma questão de liberdade, não de preço.

Para entender o conceito, pense em “liberdade de expressão”, não em “cerveja grátis””. Alguns parágrafos atrás, afirmamos que o meio, e nesse caso específico, o software não é neutro, que o meio é a mensagem e que os meios possuem uma lógica inscrita, lembram? Pois é, na definição de software de livre, está explicitada a lógica inscrita no software livre: liberdade.

Em contraposição ao conceito de software livre, existe o software privativo. Vejamos sua definição: “O software proprietário, privativo ou não livre é um software para computadores que é licenciado com direitos exclusivos para o produtor.[1] Conforme o local de comercialização do software este pode ser abrangido por patentes, direitos de autor assim como limitações para a sua exportação e uso em países terceiros. Seu uso, redistribuição ou modificação é proibido, ou requer que você peça permissão, ou é restrito de tal forma que você não possa efetivamente fazê-lo livremente… [2] A expressão foi criada em oposição ao conceito de software livre”.

Assim como o software livre e qualquer outro meio, o software privativo possui uma lógica inscrita. Utilizando seu conceito como base, podemos afirmar que essa é a lógica inscrita no software privativo: a lógica da restrição, da limitação, da exclusão. Aqui encerramos e deixamos a seguinte questão em aberto: Por qual lógica vocês desejam ser influenciados (para utilizar o termo de Nietzsche)? Por qual tipo de ferramenta, vocês querem ser moldados (para utilizar o termo de McLuhan)?

Quando escreverem um texto, produzirem uma peça gráfica, gravarem um vídeo, compuserem uma música, que lógica estará trabalhando lado a lado com vocês?

Sávio L. Lopes é pesquisador na área de comunicação e poder.

Para saber mais: FELINTO, E. Passeando no labirinto: ensaios sobre as tecnologias e as materialidades da comunicação. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2006.

MCLUHAN, M. Os meios de comunicação como extensões do homem. São Paulo: Cultrix, 1969.

PROJETO GNU. O que é o software livre? 

Inscrições Abertas para o CyberQuilombo

Estão abertas as inscrições para o Cyberquilombo SP – 7º Edital de Formação de Oficineiros LabE, aprovado pelo Edital Vai Tec, da prefeitura de São Paulo

AS INSCRIÇÕES VÃO ATÉ  11.11 E O RESULTADO SERÁ PUBLICADO NO DIA 16.11.

O edital é destinado a interessados em desenvolver habilidades de arte-educação, educomunicação e processos colaborativos no tema “Africanidades”, em conjunto com adolescentes, jovens e adultos em escolas e centros culturais.

Serão selecionados 10 inscritos, que desenvolverão o projeto com treinamento e acompanhamento da equipe do LabE. Podem se inscrever para o processo de formação maiores de idade QUE RESIDAM EM SÃO PAULO (*Aos interessados que não residem em São Paulo podem fazer a inscrição que entraremos em contato quando realizarmos a próxima edição aberta para todo o Brasil*). O curso é gratuito!!!

flyer_04

Serão 10 encontros (uma vez por semana) de 18.11.15 à 16.02.16, de formação à distância, via hangout, nos quais será discutido, junto a palestrantes convidados, quatro eixos temáticos – modelos de organização, ocupação de espaços públicos, mídia livre e remixologia – que fazem parte do laboratório de criatividade e cultura digital e conteúdos da temática afro que contextualizam os participantes e auxiliam a pensarem a melhor forma de gerar uma ação comprometida com a importância e complexidade do tema, tendo em mente que, desde 2003, o ensino de história e cultura afro é obrigatório nas escolas, mas sofre diversos problemas na sua implementação justamente por culpa das dificuldades de alguns professores em abordar o tema sem reproduzir os mesmos preconceitos que a eles foi passado durante sua formação.

A seleção se dará em 2 etapas: analise técnica das inscrições e entrevista presencial com os candidatos.

Todos os encontros são gravados e editados no formato de video-oficinas. A documentação das falas dos candidatos fazem parte do projeto de criação de uma biblioteca de video-oficinas sobre as temáticas de africanidades, cultura digital e diversidade, para que possam ser utilizadas para estudos online por professores do ensino básico interessados em aplicar a lei 10.639/03, e estudiosos e curiosos de todo o Brasil (e quem sabe América Latina).

Assista as vídeos-oficinas produzidas na ultima edição do CyberQuilombo:

“Música Negra e Movimento Black Power”, com Eugenio Lima.

“Mulher Negra e Feminismo”, com Bergman de Paula

“Oralidade e Literatura Negra Contemporânea”, com Allan da Rosa

Link para inscrições: http://goo.gl/forms/ZD6y5tb2JO

Mais infos:
labexperimental.org

Dúvidas e sugestões, entrar em contato com lab@labexperimental.org

Pré Inscrições Abertas CYBERQUILOMBO – SP

Fomos premiados pelo edital Vai Tec, da prefeitura de São Paulo, e estamos recebendo as inscrições para o 7º Edital de Formação de Oficineiros LabE – CyberQuilombo SP, que acontecerá em setembro, outubro e novembro de 2015.

O edital é destinado a interessados em desenvolver habilidades de arte-educação, educomunicação e processos colaborativos no tema “Africanidades”, em conjunto com adolescentes, jovens e adultos em escolas e centros culturais.

Serão selecionados 10 inscritos, que desenvolverão o projeto com treinamento e acompanhamento da equipe do LabE. Podem se inscrever para o processo de formação maiores de idade QUE RESIDAM EM SÃO PAULO. O curso é gratuito!!!

http://goo.gl/forms/ZD6y5tb2JO

mais infos: http://labexperimental.org/cyberquilombo/
ou
lab@labexperimental.org

Roda de conversa nas Fábricas de Cultura

A temática da conversa era “A Internet como um espaço livre para o aprendizado”. No roteiro do batepapo, passamos pela história da internet, marco civil, LAI, crowdfunding, mídia livre, remixologia e, claro, o facebook ( o facebook é o site mais citado pelos jovens, com 71,9% de aparição nas respostas da Pesquisa Brasileira de Mídia 2014, do Observatório da Imprensa).

Internet como espaço livre_rodadeconversa19_05_2015 (30)

O facebook ocupa a maior parte do tempo digital dos adolescentes, sabemos pela pesquisa e na prática.  Mas a diversidade de assuntos e a dinâmica de produção de conteúdo dessa rede social pode ser um aliado ao aprendizado? Pode. Depende do que você está produzindo e consumindo de conteúdo. Outro fator importante é se conectar aos jovens, compartilhando outras referências de aprendizado, como por exemplo o portal nobelprize.org/educational, ted.org e outros.

Mas como juntar biblioteca (de livro de papel) com cultura digital? Saímos da roda com essa pergunta na cabeça!

Foram 5 conversas nas Fábricas de Cultura: Brasilândia, Cachoeirinha, Jaçanã, Capão Redondo e Jd. São Luis, fábricas orientadas pela Poiesis. As conversas aconteceram dentro da programação das bibliotecas, onde também tem um laboratório digital.

Em três momentos, educadores me questionaram: como fazer com que os alunos não apenas copiem e colem do google o trabalho escolar? Como motivar o estudo, a análise e a reflexão na era CtrlC CtrlV? E voltem a usar (também) livros para pesquisa?

Ficamos bastante motivados pelo desafio: construir uma metodologia para oficinas que remixem a pesquisa na Internet com os conteúdos nos livros não-digitais!

 

 

 

A INTERNET COMO ESPAÇO LIVRE PARA O APRENDIZADO

< roda de conversa >

A internet é um campo experimental cheio de novidades e perigos!
Para entender a potencialidade dessa rede, conversaremos sobre remixologia, crowdfunding, cultura hacker e muito mais! As rodas de conversa serão nas Fábricas de Cultura. Atividade gratuita, sempre as 18 horas.

// dia 06 de maio, quarta-feira, na fábrica de cultura Vila Nova Cachoeirinha
// dia 12 de maio, terça-feira, na fábrica de cultura Brasilândia
// dia 13 de maio, quarta-feira, na fábrica de cultura Capão Redondo
// dia 19 de maio, terça-feira, na fábrica de cultura Jaçanã
// dia 20 de maio, quarta-feira, na fábrica de cultura Jardim São Luís

CyberQuilombo – Inscrições 2015 (1º Semestre)

De 10 à 28 de fevereiro estaremos recebendo as inscrições para o 5º Edital de Formação de Oficineiros LabE – CyberQuilombo.

O edital é destinado a interessados em desenvolver habilidades de arte-educação, educomunicação e processos colaborativos no tema “Afrikanidades”, em conjunto com adolescentes, jovens e adultos em escolas e centros culturais.

Serão selecionados 10 inscritos, que desenvolverão o projeto com treinamento e acompanhamento da equipe do LabE. Podem se inscrever para o processo de formação maiores de idade de qualquer cidade do Brasil. O curso é gratuito.

Serão 10 encontros (uma vez por semana) de formação à distância, via skype, nos quais será discutido, junto a palestrantes convidados, quatro eixos temáticos que fazem parte do laboratório de criatividade e cultura digital:

“Modelos de organização – A não-violência como ação política”, com Mikael Freitas, membro da Escola de Ativismo.
“Ocupação do espaço público”, com a arquiteta e urbanista, Laura Sobral. Integrante do Coletivo A Batatá Precisa de Você.
“Mídia Livre”, com jornalista Patricia Kalil, integrante da página ‘Água Sua Linda’
“Remixologia”, com a jornalista Jonaya de Castro, fundadora do LabExperimental e integrante do Ônibus Hacker.
Parte de Afrikanidades:

Conteúdos da temática afro que contextualizam os participantes e auxiliam a pensarem a melhor forma de gerar uma ação comprometida com a importância e complexidade do tema, tendo em mente que, desde 2003, o ensino de história e cultura afro é obrigatório nas escolas, mas sofre diversos problemas na sua implementação justamente por culpa das dificuldades de alguns professores em abordar o tema sem reproduzir os mesmos preconceitos que a eles foi passado durante sua formação.

“Literatura Negra e Pedagoginga”, com o educador e escritor Allan da Rosa, colunista da Revista Forum e autor do livro “Pedagoginga, Autonomia e Mocambagem”
“Música Negra e Movimento Black Power”, com Dj Eugenio Lima,Membro Fundador do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos e da Frente 3 de Fevereiro,pesquisador da cultura afro- diásporica.
“Mulher Negra e Feminismo”, com a historiadora Bergman de Paula, que atualmente tem como foco de pesquisa o trabalho, a memória e a identidade da mulher negra.
“Negritude, a partir da ideias de Frantz Fanon”, com Deivison Nkosi, professor do Departamento de Estudos Sociais História e Geografia da Faculdade de São Bernardo como Docente da Disciplina História da Cultura Afro-Brasileira e Indígena

A seleção se dará em 2 etapas que iniciarão a partir do dia seguinte ao término das inscrições até 06 de março, data de divulgação do resultado. As etapas consistem em: analise técnica das inscrições e conversa via skype com os pré-selecionados.

Link para inscrição: goo.gl/xeSjum

 

DÚVIDA
entrar em contato com lab@labexperimental.org