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Mapeamento Criativo

Procuramos gente fina, elegante e sincera em Sampa. Inscrições abertas: goo.gl/IDv4o2

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O mapeamento será provavelmente durante a Virada Cultural da Cidade de São Paulo, nos dias 17 e 18 de maio. Serão duas equipes contemplando o público das 18 as 6h da manhã. Estamos desenvolvendo um app EXPERIMENTAL para isso. Teremos um dia de treinamento e formação para realizar (provavelmente 4 horas de encontro). A ideia é partir dos 4 eixos do LabE para desenvolver o experimento. Mais infos pelo lab@labexperimental.org

Selecionados da 3º edição

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Bem-vindos integrantes da 3º turma do LabExperimental. Nos encontraremos virtualmente todas as segundas-feiras, as 20h. Somos de Fortaleza, Ceará * Salvador, Bahia * Osasco, SP * Juiz de Fora, Minas Gerais * Lagoa de Itaenga, Pernambuco * Belém, Pará * São Luis do Maranhão * Petrópolis, Rio de Janeiro * Brasília, DF * São Paulo, SP *

47 cidades do Brasil

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As inscrições para o 3º Edital de Formação de Oficineiros do Lab.E, encerraram na ultima sexta-feira (28). Foram mais de 120 inscrições, de 47 cidades distintas do Brasil inteiro. O objetivo é formar uma turma com oficineiros de cidades diferentes, pois a troca de experiência entre tantas realidades enriquece as discussões e potencializa os aprendizados. Serão selecionados apenas 12 inscritos, e estamos muito felizes em ver tantas pessoas com bagagens e linhas de atuação diversas interessadas em transformar realidades através da arte e da tecnologia.

3º edital labExperimental aberto!

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De 10/02/14 a 28/02/14 receberemos as inscrições do 3º Edital de Formação LabE – Laboratório Experimental de Criatividade.

O processo tem como principal objetivo experimentar a formação de oficineiros através de encontros digitais, presenciais e através da experiência empírica.

O edital é destinado a interessados em desenvolver habilidades de arte-educação, educomunicação e processos colaborativos em conjunto com adolescentes, jovens e adultos em escolas e centros culturais.

Serão selecionados 12 inscritos, que desenvolverão o projeto com treinamento e acompanhamento da equipe idealizadora do projeto. Podem se inscrever para o processo de formação maiores de idade de qualquer cidade do Brasil.

Metodologia:

Livre-discussão:
– 8 encontros (uma vez por semana) de formação à distância (internet).

Livre-prática:
– 6 oficinas de construção de intervenção na escola/centro cultural articulado na região do oficineiro.
– 6 horas de ação cultural com os alunos na escola/centro cultural articulado na região do oficineiro.

A seleção se dará em 3 etapas que iniciarão a partir do dia seguinte ao término das inscrições até 14 de março, data de divulgação do resultado. As etapas consistem na análise técnica da inscrição, oficina de pré-seleção (selecionará 30 candidatos), e a semana de avaliação baseada nos critérios de disponibilidade, pontualidade e assiduidade nas oficinas, trabalho em equipe e comprometimento.

A formação será de 19 de março a 30 de abril, e o resultado será de 12 intervenções culturais e pretende atingir direta e indiretamente 12 mil crianças e adolescentes.

Sobre o LabExperimental

Apresentação
Projeto de formação livre, pautado no debate de cultura de rede, sistematizado em quatro eixos.

Objetivo
Formar oficineiros que estimulem a participação das escolas na construção de uma cultura de rede através de um laboratório de criatividade e formação de coletivos culturais dentro das escolas.

Metodologia
8 encontros vituais, 6 oficinas práticas e uma intervenção artística/cultural.

Quatro eixos:

1. Modelos de organização: dos coletivos a democracia
2. Ocupação do espaço público
3. Mídia Livre
4. Remixologia

1. Modelos de organização: dos coletivos a democracia (e/ou a “Política descolada de Brasília”) – aproximar das pessoas e do dia os diferentes modelos de governança que nos cercam, descolando política de “Brasília”. O principal, aqui, é desconstruir a ideia de que só tem um jeito certo de tomar decisões; apresentar outras formas de tomar decisão como escolhas possíveis para processos internos.

2. Ocupação do Espaço Público – pesquisa de campo do espaço público da comunidade. Mapeamento afetivo desse espaço.

3. Mídia Livre – proposta de debate e geração de conteúdo com mídias móveis. Trabalhar o conceito de midiativismo e direitos humanos, mantendo a ponte com espaços públicos.

4. Remixologia – contextualização da cultura livre – o que é licenciar de maneira livre, porque isso é um convite para o mundo interagir com suas ideias; a apropriação da produção simbólica do mundo para criar outras coisas. Apresentacão de referências de processos coletivos e colaborativos.

QUALQUER DÚVIDA
entrar em contato com lab@labexperimental.org

Link para inscrições

Conexão Cairo <> São Paulo <> conversa aberta

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O LabE recebe no dia 28 de janeiro o artista egípcio Shady El Noshokaty, criador da Fundação ASCII de Arte Contemporânea e polêmico curador na Bienal de Veneza em 2011, ano estopim da primavera árabe , para uma conversa aberta sobre Arte, Política e a Primavera Árabe Hoje.

Em junho de 2013, a Fundação para ASCII Art Educação Contemporânea abriu as suas portas no bairro de Ard el Lewa na periferia da cidade do Cairo. Fundada pelo artista e educador Shady El Noshokaty, a instituição é estruturada em um tripé composto por um núcleo educativo, com cursos e oficinas; uma biblioteca com livros e recursos da coleção pessoal de El Noshokaty; e um laboratório OpenSource (código aberto) baseado em tecnologia de reciclagem de arte e novas mídias compondo um centro de pesquisa.

El Noshokaty, além de ser uma figura central na educação artística no Egito, possui uma sólida carreira como artista, responsável inclusive pela curadoria do Pavilhão egípcio na Bienal de Veneza em 2011, o ano estopim da primavera árabe e queda do ditador Mubarak. Naquela bienal, ele assumiu uma postura bastante contestadora e ocupou o pavilhão com a obra “30 Dias Correndo Sem Sair do Lugar” do expoente Ahmed Bassiouny, um artista pioneiro assassinado por um franco atirador durante as demonstrações na praça Tahrir quatro meses antes.
Inicialmente idealizado em parceria com Ahmed Bassiouny, amigo pessoal e parceiro, a Fundação ASCII de Arte Contempotânea propõe um ambiente também de articulação para criação de grupos artísticos e até organizações, como é a experiência do artista Mohammed Allam que, a partir do contato com a Fundação se juntou ao colega Dia Hamed e criaram uma nova instituição para promover jovens artistas a partir do coletivo Medrar.

O  papel de professor e articulador de El Noshokaty tem respaldo numa trajetória artística com exibições coletivas e individuais ao redor do mundo como o Museu Mori Art, em Tóquio; na Tate Modern e na Hayward Galleries, em Londres; no Museu Kunst, em Bonn; na Arte Contemporânea Parotta, em Stuttgart; no Centro Pompidou em Paris, entre muitos outros.
E na sua trajetória como educador, tem o título de doutor em Educação Artística pela Universidade de Helwan, é professor associado convidado pela Universidade Americana do Cairo. Desde 2000 realiza o “Media Art Workshop” na Universidade de Helwan que agora se desdobra em atividades também na ASCII Foundation of Contemporary Art.Já amadurecido, o “Media Art Workshop” incorpora todo o conceito de educação artística como ferramenta para capacitar jovens egípcios a nível global. O workshop explora práticas em suportes (mídia) e linguagens que ainda são muito novas para as instituições acadêmicas do Egito, seja na fotografia, vídeo, arte, som ou artes gráficas. “Inicialmente a idéia era começar com esse curso e expandir até permear diversos segmentos da academia, mas depois de 12 anos dentro de uma universidade percebemos que era melhor criarmos o nosso próprio espaço para expansão desse projeto”, comenta El Noshokaty.
Hoje a Fundação ASCII promove em torno de 5 a 7 cursos, que estão crescendo a cada ano. Vinculado a esta proposta de qualificação da produção artística do Egito, está também em projeto a criação de uma revista de Art Media escrita em árabe, com o objetivo de tornar mais acessível a comunidade artística o que existe de mais novo no campo de inovação de linguagem, tecnologia entre diversos outros temas.Segundo El Noshokaty, “Estamos testemunhando agora uma nova dimensão na história da arte egípcia , quando a arte torna-se sobre a pesquisa, documentação e arquivamento” , diz ele . “Arte não é sobre uma pintura agradável de criar para vender mais. A arte é tudo sobre a produção e transformação.”Texto adaptado para o português por:
Demétrio Portugal em Janeiro de 2014Texto original por:
Elisabeth Jaquette e Yasmine Allam, em 05 de novembro de 2013.
http://cairoartblog.com/introducing-ascii-foundation-for-contemporary-art/

Serviço:
. inscrições gratuitas: http://goo.gl/1FuBEl
. data: 28 de janeiro de 2014 – 19h
. local: a confirmar dia 26 de janeiro (SP)
. organizadores: Demétrio Portugal e Jonaya de Castro
. participação confirmada: Maximo Canevacci
. colaboração: Instituto de Cultura Árabe

 

Mapeamos a visitação do festival o/

A equipe do Lab.E propôs interações com o público que foi ao pré-lançamento do Festival SCREEN. O SCREEN é uma plataforma cultural nascida em Barcelona que aborda o tema da cidade e a imagem em movimento, e que acontece através de Festivais de Videoarte. O local de realização foi o Art Palácio, de 21 de novembro a 01 de dezembro de 2013, cinema de 1936 que hoje é propriedade da Secretaria Municipal de Cultura. Este cinema foi um dos maiores e mais importantes da época de ouro da Cinelândia Paulista e uma parte do prédio foi requalificado especialmente para receber o público durante o festival.
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A equipe do Lab.E propôs interações com o público que foi ao pré-lançamento do Festival SCREEN. O SCREEN é uma plataforma cultural nascida em Barcelona que aborda o tema da cidade e a imagem em movimento, e que acontece através de Festivais de Videoarte. O local de realização foi o Art Palácio, de 21 de novembro a 01 de dezembro de 2013, cinema de 1936 que hoje é propriedade da Secretaria Municipal de Cultura. Este cinema foi um dos maiores e mais importantes da época de ouro da Cinelândia Paulista e uma parte do prédio foi requalificado especialmente para receber o público durante o festival.

 

Um dos resultados da ação do Lab.E é o “Mapa das Visitações”. Conforme os dados informados por aproximadamente 20% do público (424 pessoas), foi possível georreferenciar o ponto de partida de cada um. A experiência gerou esse mapa: http://goo.gl/whC2y6, que serve de visualização da mobilidade do público em relação ao Cine Art Palácio, no centro de São Paulo. Estamos experimentando as possibilidades de visualização desses dados.O que esse mapa nos revela? Estamos aprofundando uma pesquisa que cruza alguns dados desse mapa com os depoimentos no Mural do Lab.E. Logo mais publicaremos essa análise.
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A proposta do Lab.E é trabalhar a aproximação das pessoas e dos diferentes modelos de governança existentes. Propomos processos autônomos de reflexão, atuação social e participação popular, diante da atuação como coletivo cultural. No campo de reinvenção do espaço público, desenvolvemos um processo de pesquisa e mapeamento afetivo do espaço da comunidade, concretizado nesse mapa, no mural “Aqui Eu Imagino” e no livroarte “Memórias do Futuro – Cine Art Palácio 2103”, que será doado para a Biblioteca Municipal Mário de Andrade.
No mapa, percebemos que são muitos bairros envolvidos no processo, numa crescente densidade ao se aproximar do centro. Para quem participou: talvez você tenha saído de casa para visitar o Screen Festival, talvez você estivesse passando em frente ao Art Palácio, percebeu algo diferente no espaço urbano e entrou. Você pode ter andado apenas alguns quarteirões da sua casa à exposição, ou usado o metrô, ônibus, avião, atravessado a cidade ou o oceano. Com esse mapa e com as outras ações, o lab experimental promove desenvolvimento de metodologias de gestão cultural. Agradecemos às pessoas que compartilharam essa experiência com a gente!
Equipe Lab.E

 

Lab.E integra ocupação do Festival Screen no Cine Art Palácio – SP

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Lab.E foi convidado a produzir a ação educativa da reestréia de uma das maiores salas de cinema de São Paulo: o Cine Art Palácio. Criamos para a ação três interações com o público: o mural “Aqui Eu Imagino”, o “Mapa das Visitações” e o “Livro de Memórias do Futuro”.

No mural “Eu Aqui Imagino”, as pessoas são convidadas a escrever sugestões, impressões e usar os carimbos criativos, deixando no local o imaginário coletivo exposto para os outros visitantes. O “Mapa das Visitações” é um georreferenciamento do público que será divulgado na internet e o “Livro de Memórias do Futuro” é um livro-arte escrito com depoimentos de quem passou por ali e será entregue a Secretaria Municipal de Cultura.

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O Cine Art Palácio

Em frente ao Largo Paissandu, o Cine Art Palácio é uma sala com 3 mil e 200 lugares, e muitas histórias para contar. A sala nasce em 1936, como UFA, Universum Film Ag, indústria cinematográfica alemã, que depois caiu nas mãos do Ministério da Propaganda (nazista). Em 1939, a sala, fugindo da segunda guerra, se transforma no Cine Art Palácio.

Na década de 40/50, com a chegada da TV, o cinema vai entrando em decadência até que, na década de 80 se entrega à cultura do cine pornô do centro de SP. Foram 30 anos de energia pesada, retratada nas diversas paredes pixadas e desgastadas.

Em 2013, iniciamos um processo de transmutação do território, buscando a transmutação da cidade que queremos e convidando toda a comunidade que mora ou trabalha na região próxima ao Cine Art Palácio para conhecer esse incrível espaço público. O projeto é uma coprodução da Secretaria Municipal de Cultura e do Screen Festival – Brasil.

Serviço:
Cine Art Palácio
Avenida São João, 419 (ao lado da Galeria do Rock)
quinta, sexta e sábado – das 12 as 20h
domingo – das 12 as 18h
evento no facebook:https://www.facebook.com/events/720188674677411/?ref_newsfeed_story_type=regular

Lab.E em São Paulo, Campinas, Brasília, Goiânia e Macaíba

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Na segunda edição do Lab.E, somos uma equipe de 8 oficineiros experimentando hackear as escolas com arte e cultura de rede, espalhados pelo Brasil: Rodolfo Hollanda, de Macaíba/RN, Luiza Helena, de Goiânia, GO, Valdir Alves Costa Filho, de Brasília, DF, Roselene dos Anjos, de Campinas – SP, Zildete Maria de Araújo, Gabriela Nardy, Carmem Munhoz e Jaqueline de Mello, São Paulo -SP.