workshop Gestão do caos 2019

Abertas as inscrições para o workshop Gestão do Caos no Sesc CPF, São Paulo, em maio de 2019. Gestão do Caos é um laboratório prático de planejamento de gestão, comunicação e cultura de rede para coletivos, ongs e projetos. O que faz pessoas acreditarem e se engajarem em experiências culturais e ativistas? Como planejar um financiamento misto para cada projeto não dependa de apenas uma fonte? Aproveitamos ao máximo o que os recursos públicos nos oferecem? Sua obra produz debate e reverbera? A comunicação pode ser obra de arte? Algumas dessas perguntas são gatilhos para conhecermos práticas e metodologias que potencializam o trabalho de gestão cultural. 

O laboratório regular tem 8 encontros, com aulas teóricas e atividades práticas. O objetivo do curso é que os participantes tenham ferramentas e espaço prático para construírem novos projetos ou desenvolverem áreas novas em projetos em andamento. 

As temáticas desenvolvidas serão: 

Engajamento, 

Financiamento, 

Comunicação e Mídia, 

Articulação, 

Ecossistema Cultural, 

Remixologia e

Planejamento a longo prazo. 

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MINISTRA O WORKSHOP

Jonaya de Castro, SP, Brasil

Jonaya de Castro é gestora Cultural com especialização em Capitais Culturais da União Europeia. Integrante da Cátedra Unesco de Cultura e Desenvolvimento.  Co-autora da publicação de produção cultural “Inspirador” do Goethe Institut, “Matchfunding, Captação Criativa”, pelo Proac-SP, websérie Cyberquilombo. Professora de comunicação e cultura de rede do curso de gestão cultural do Itaú Cultural.

Emergência Política

Duas pesquisas importantíssimas para o entendimento de inovação política na América Latina foram realizadas pelo Instituto Update. Jonaya de Castro, pesquisadora e idealizadora do labExperimental, atuou como planejadora convidada do Emergência Política América Latina, e como coordenadora do Emergência Política Periferias. As pesquisas falam sobre inovação política, que embora tenha um horizonte comum na redução das desigualdades, possui diversas perspectivas e abordagens. O Brasil tem uma democracia muito jovem, e diversas práticas políticas ainda se remetem aos tempos de ditadura, ou mesmo ao processo de colonização e monarquia.
(imagem destacada de Vitor Massao)

  • A pesquisa EMERGÊNCIA POLÍTICA PERIFERIAS é um retrato histórico de periferias de cinco cidades do Brasil: Recife, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Belo Horizonte. Foram mapeadas mais de 400 iniciativas ligadas à política institucional, ONGs, coletivos informais e indivíduos, dentro das pautas de Mídia Independente e Alternativa, Participação Política, Redes de Colaboração, Movimentos Sociais e Culturais, Meio Ambiente e Empreendedorismo Social, que atuam em seus territórios. 
  • A pesquisa EMERGÊNCIA POLÍTICA AMÉRICA LATINA entrevistou 250 iniciativas da Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Guatemala, México, Paraguai, Peru e Uruguai. O debate apresentará as inovações políticas mais importantes e que estão acontecendo agora. Sendo a América Latina a região mais desigual do mundo, combater a desigualdade deve ser a premissa de qualquer inovação política que tenha como finalidade fortalecer a democracia.

Para saber mais acesse emergenciapolitica.org

labRosalux

A Fundação Rosa Luxemburgo, em parceria com o labExperimental prozuriram 4 videoaulas sobre Rosa Luxemburgo. Assista nesse link:

VIDEOAULAS LABROSALUX

O labRosaluxemburgo aconteceu em 2017. O laboratório foi uma experiência com quatro aulas sobre a atualidade do pensamento de Rosa Luxemburgo.

Durante os movimentos Occupy mundo afora (2011), as jornadas de junho (2013) e a ocupação das escolas secundárias no Brasil (2016) vivemos “um momento Rosa Luxemburgo”. Por quê? Uma ideia central do seu pensamento é a de que a emancipação dxs oprimidxs, quer seja de classe, gênero, raça ou sexualidade, só pode ser fruto da ação autônoma das próprias partes interessadas. A liberdade não pode ser outorgada e sim conquistada. Para Rosa, não há sociedade livre sem pessoas livres, não manipuladxs, seja por lideranças políticas, mídia, propaganda, ou, no plano individual, por suas paixões e fantasmas.

O laboratório foi composto de 4 aulas:

aula 1 – 22 de setembro das 19 as 21h30
aula 2 – 29 de setembro das 19 as 21h30
aula 3 – 06 de outubro das 19 as 21h30
aula 4 – 17 de outubro das 19 as 21h30

Inscrições para participar presencialmente para pessoas de São Paulo – 12 vagas – e acontecerão na sede da Fundação Rosa Luxemburgo no bairro de Pinheiros, em São Paulo.

Inscrições para participarem online para pessoas de outras cidades e estados do Brasil e países da América Latina, desde que entendam português – 12 vagas. Após as inscrições entraremos em contato com os selecionados para uma breve conversa online.

AS INSCRIÇÕES VÃO ATÉ 15/09 E O RESULTADO SERÁ PUBLICADO NO DIA 18/09.

Infos: lab@labexperimental.org

Gestão do Caos

Palestra Gestão do Caos e Remixologia em Santa Catarina 

Gestão do Caos, ou, como a gente continua produzindo arte e cultura mesmo em tempos onde ser artista é um ato de ativismo! Agora em Julho, a palestra/conversa nos Sescs

FLORIANÓPOLIS
20/07 (qui), às 19h30: Teatro do Sesc Prainha – Travessa Siryaco Atherino, 100, Centro (48) 3229-2200

LAGUNA
21/07 (sex), às 19h30: Laguna – Cine Teatro Mussi – Rua Engenheiro Colombo Machado Salles, s/n, Centro Histórico (48) 3644.0152

ITAJAÍ
22/07 (sáb), às 19h30: – Teatro do Sesc em Itajaí – Rua Almirante Tamandaré, 259, Centro (47) 3249.3850

JOINVILLE
23/07 (dom), às 19h30: Teatro do Sesc em Joiville – Rua Itaiópolis, 470 – Bairro América (47) 3249.3850

JARAGUÁ DO SUL
25/07 (ter), às 19h30: Jaraguá do Sul – Teatro do Sesc em Jaraguá do Sul – Rua Jorge Czerniewicz, 633 (47) 3275.7800

LAGES
27/07 (qui), às 19h30: Lages – Centro Cultural Vidal Ramos Rua Vidal Ramos Júnior, 152, Centro (49) 3222.3936

CHAPECÓ
28/07 (sex), às 19h30: Chapecó – Teatro do Sesc em Chapecó – Rua Brasília, 475D, Jardim Itália (49) 3319.9100

Parte 1 – modelos de organização

  • PESSOAS – o que faz pessoas acreditarem e se engajarem em experiências culturais e artísticas?
  • DINHEIRO – como planejar um financiamento misto para cada projeto não dependa de apenas uma fonte, como os editais por exemplo.
  • Aqui a gente vai falar de articulação!

Parte 2 –  Ocupação do espaço público

  • INTERNET – A internet é um espaço público?
  • ESPAÇO PÚBLICO – Aproveitamos ao máximo o que os recursos públicos nos oferecem? Praças, parques, teatros públicos?
  • Aqui a gente vai conversar sobre ecossistema da cultura e suas potencialidades

Parte 3 – Mídia Livre

  • GERAÇÃO DE CONTEÚDO ONLINE – sua obra produz debate e reverbera?
  • A comunicação pode ser obra de arte?

Parte 4 – Remixologia

  • Como produzir conteúdos licenciados de maneira livre, creative commons, que podem ser remixados nos trabalhos culturais?
  • Também vamos estudar alguns casos de crowdfunding, isso é, de financiamento coletivo para ações culturais.

Contato: lab@labexperimental.org

Gestão do Caos no SESC CPF

Nos dias 10 a 13 de julho de 2017, realizamos no Sesc CPF o workshop Gestão de Espaços Culturais Colaborativos, que chamamos também de Gestão do Caos!

Workshop elaborado através da experiência e registro das práticas de gestão de espaços e processos colaborativos que acontecem desde 2010 no Condomínio Cultural. A gestão de um espaço independente é um desafio constante no cenário da gestão cultural, envolvendo pessoas, equipamentos, programação, comunicação, o próprio espaço físico, sua manutenção e memória. O workshop pretende revelou experiências de colaboração cultural, perspectivas de inovação em gestão e sustentabilidade. Como convidado especial, o espaço cultural Vila Flores de Porto Alegre participou do workshop.

Condomínio Cultural (SP)
Associação de artistas e pessoas interessadas em discutir formas e potencialidades de convivência. Qualificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público – OSCIP e credenciada como Ponto de Cultura, ocupa um antigo prédio na Vila Anglo Brasileira, onde também já funcionou uma escola e um hospital até o ano de 1995.

Em 2010, depois de 15 anos de abandono, o local passa a ser transformado por meio da ocupação de diversos grupos e artistas, com o desejo de transformar o um espaço em um lugar de liberdade e de fluxo, livre e aberto a criação e a experimentação, onde ideias e pessoas sejam motivadas a se juntarem, passando por diferentes formas de organização.

Associação Cultural Vila Flores (RS)                                                                       Associação sem fins lucrativos,  responsável pela programação cultural do espaço e pela articulação junto ao poder público, à iniciativa privada e à sociedade em prol dos interesses da comunidade artística e criativa do Vila Flores, buscando promover a integração com a comunidade do entorno, localizado em Porto Alegre (RS) em um conjunto, construído entre os anos 1925 e 1928 pelo engenheiro-arquiteto Joseph Franz Serrafa Lutzenberger.

http://centrodepesquisaeformacao.sescsp.org.br/atividade/gestao-de-espacos-culturais-colaborativos

Oficina de mobilização criativa de recursos

Curso elaborado através de pesquisas e experiências práticas de gestoras culturais que experimentaram variados tipos de captação de recursos através de Crowdfunding, Matchfunding, relação com fundações internacionais e outras possibilidades que fogem dos tradicionais editais e leis de incentivo.

QUANDO?

Dias 17 e 17 de janeiro – SESC CPF/ São Paulo – REALIZADO

Dia 10 de maio – Condomínio Cultural – SP – REALIZADO

Dia 24 de junho – Condomínio Cultural – SP – ABERTO

 

Nesse link a pesquisa sobre Matchfunding para download:

Matchfunding

O desafio no cenário de inovação em captação de recursos é uma constante no dia-a-dia do gestor cultural, onde Crowdfunding e Matchfunding são modalidades que crescem no contexto nacional e internacional, e que são ainda pouco exploradas pelos financiadores brasileiros.

TEMAS ABORDADOS

Prática e Conteúdo

Captações tradicionais e alternativas

Onda Colaborativa e Captação Coletiva

Crowdfunding e Matchfunding

Criatividade na forma de ver um projeto

Pré produção e pós produção também são recursos

Gestores culturais influenciam patrocinadores

Leis de Incentivo

Redes de Contato

Comunicação para sustentabilidade

Planejamento e comunicação são a base para provocar encontros, diálogos e novas construções no campo da colaboração cultural e também são abordados.

PÚBLICO ALVO

Produtores e gestores de projetos culturais, sociais, educativos, ativistas e ambientais.

METODOLOGIA

É baseada em apresentações de casos práticos que subverteram as lógicas mais tradicionais de captações de recursos e obtiveram sucesso. Assim, após os casos, são apresentados os conceitos por trás de tais experiências, de forma a proporcionar um aprendizado mais dedutivo, menos expositivo e unidirecional. A troca de experiências, portanto, é estimulada durante todas as etapas, já que o público alvo costuma trazer bagagens pessoais que complementam o conteúdo, e possibilitam um coaching colaborativo entre os projetos da turma. Duas atividades práticas visam amalgamar o conteúdo do dia, de maneira prática e útil após o término da formação.

A principal meta da atividade é fazer com que os projetos sejam olhados de uma forma ampliada, criativa e atrativa para diferentes fontes de recursos.

 

JONAYA DE CASTRO

Gestora cultural e idealizadora do labExperimental.org, coautora do Guia “Inspirador” com o Instituto Goethe e MinC e da publicação “Matchfunding, Captação Criativa”, financiada via PROAC de Economia Criativa da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.

DANIELA TEIXEIRA

Foi gestora cultural do movimento Pimp my Carroça, e coautora da publicação “Matchfunding, Captação Criativa”, financiada via PROAC de Economia Criativa dSecretaria de Cultura do Estado de São Paulo. Trabalhou na Secretaria de Economia Criativa do Ministério da Cultura.

MAIS INFOS

lab@labexperimental.org

Workshop Inspirador 1.2

Como remixar bicicleta, reciclagem e comunicação colaborativa em um projeto sustentável?

Três dias de produção cultural com Lorena Vicini, do Instituto Goethe, e Jonaya de Castro, do labExperimental, no Condomínio Cultural, 24, 25 e 26 de abril.

O Workshop “PRODUÇÃO CULTURAL : DÁ PRA FAZER DIFERENTE? é baseado na publicação INSPIRADOR de produção cultural de iniciativa do MinC e Goethe Institut, sobre o planejamento de projetos pensando de forma colaborativa e prática. A pesquisa foi publicada em 2015 e esse ano sai a versão 1.2 em inglês com atualizações internacionais 🙂 que será publicada em maio.

http://condominiocultural.org.br/2017/03/inspirador-1-2/

Cyberquilombo nas escolas | Multiplicando

No dia 17 de março, foi dia de conhecer, pensar e discutir cultura afrobrasileira e relações raciais no Brasil, na Escola Estadual Rui Bloem, no Bairro de Mirandópolis.

A atividade foi organizada pela professora de sociologia Sirlene Verginio, que através de exibições das vídeos aulas do labExperimental, “Música Negra e Movimento Black Power” e “Espaço Público e Memória”, conduziu rodas de conversas com os alunos após as seções dos vídeos.

Ao todo mais de 300 alunos participaram das dinâmicas que, a partir das falas apresentadas nas videoaulas, convidavam para uma reflexão acerca da participação dos negros na construção cultural dos países da diáspora negra – países além África que receberam migração forçada de negros africanos escravizados -, e sobre a importância da valorização das memórias e dos nomes dos grandes personagens negros da história do Brasil na construção de referências simbólicas que possam ocupar os imaginários de resistência negra de forma positiva.

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No dia 02 de março foi a vez da artista negra, Jô Pereira tomar a cena com as crianças da escola E.E. Brasilio Machado, escola que fica localizada no bairro da Vila Madelena e atende crianças do fundamental um. Numa ação lúdica a artista Jo Pereira narrou e interpretou com a participação dos alunos do 2º ano (7/8 anos) a história dos diversos penteados afros,  partindo das transas e adereços de um grupo de crianças de uma aldeia africana fictícia, até chegar às diversidades de penteados contemporâneos, passando pelos grandes e armados cabelos crespos que dão forma ao black power, cabelos coloridos e arrojados e cabelos crespos alisados. O desfecho foi pontuado quanto à diversidade de misturas do povo brasileiro, as diferenças mestiçagens dos negros brasileiros, e o respeito às diferenças de toda e qualquer pessoa, no que se refere à etnia, terminando com a reflexão de que o cabelo do negro ou da negra pode ser como eles quiserem desde que se sintam bem com ele e a importância do respeito às nossas diversidades.

A ação foi registrada pela Secretária Estadual de Educação. Confira no video: https://www.youtube.com/watch?v=efIocXZUd8M

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No Bairro do Rio Pequeno, a Cyberquilombola Jessica Cerqueira conduziu junto aos alunos do Cursinho Popular do Rio Pequeno, uma roda de conversa sobre memória a partir da exibição da vídeo aula do labExperimental “Espaço Público e Memória”, e depois cada participante produziu uma mapa afetivo das suas memórias familiares que constituem suas identidades.

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A arte educadora Thais Chocolate realizou uma atividade chamada Auto-Retrato, junto a mais de 60 alunos do CCA que fica localizado na periferia da zona norte, que consistia em observar-se no espelho compreender e retratar suas características, afim de identificar sua identidade negra ou origem. A partir de questionamentos sobre qual seria o melhor tom de lápis para retratar cada tipo de pelo, entre outros, Chocolate conduziu de forma sutil uma breve reflexão sobre estetica e pertencimento com os alunos. A arte educadora tem planos de realizar a mesma atividade com uma turma de adultos “pois mesmo adultos e mais conscientizados acerca das problemáticas sociais muito de nós nos encontramos nos campos de não pertencimento.”

 

Curso de Formação livre Cyberquilombo

 

As ações foram propostas como Ação de Conclusão do Curso Cyberquilombo, um laboratório de cultura digital e africanidades, destinado a interessados em desenvolver habilidades de arte-educação, educomunicação e processos colaborativos em conjunto com adolescentes, jovens e adultos em escolas e centros culturais, no tema Africanidades.

O laboratório de 10 encontros é facilitado pela equipe do labExperimental e a cada encontro recebe um convidado para falar sobre modelos de organização, ocupação de espaços públicos, mídia livre e remixologia – que fazem parte do laboratório de criatividade e cultura digital e conteúdos da temática afro que contextualizam os participantes e auxiliam a pensarem a melhor forma de gerar uma ação comprometida com a importância e complexidade do tema Africanidades.

 

Lei 10.639/03

Queremos facilitar a aplicação da lei: 10.639 , assinada e promulgada em 2003 que define que a temática afro-brasileira é obrigatória nos currículos dos ensinos fundamental e médio. Pretendemos, a partir das oficinas e intervenções promovidas pelos oficineiros participantes do Cyberquilombo, aplicar pílulas de ações dentro das escolas que promovam novas olhares sobre as histórias dos negros na nossa sociedade.

 

Videoaulas

A nossa meta para 2016 é construir uma galeria com 40 videoaulas que promovam positivamente o debate sobre direitos humanos, gênero, africanidades, relações étnico raciais e liberdade de expressão. Nossa biblioteca já conta com 9 videoaulas produzidas através dos registros dos Cursos de Formação Livre do labE: #CYBERQUILOMBO E #MULHERESNAPOLITICA

 

Inscreva-se no canal do youtube para acompanhar os lançamentos: youtube.com/labexperimentalorg

 

Ou é mídia ou é livre!

A videoaula de Paulo Markun, jornalista e ex-presidente da TV Cultura, propõe uma reflexão sobre o alcance das alternativas de comunicação, que chamamos de mídia livre.

“Não basta a criatividade, você precisa ter meios de apuração da informação… o wikileaks é um bom exemplo de disrupção desse processo, justamente porque a possibilidade de distribuição da informação livremente faz com que ela seja subversiva… ”

“Nos estamos vivendo um outro problema que é a concentração de audiência em poucos plataformas, como o Facebook… e que são plataformas que são grandes concentradoras de recursos mas não aplicam esses recursos na produção de conteúdo…”

#CYBERQUILOMBO
É um curso de formação livre que remixa cultura digital e africanidade, e investiga e aplica intervenções criativas em ambientes educacionais no tema africanidades e relações etnico raciais, além de produzir conteúdos digitais, voltados para o aprimoramento de professores e estudiosos em geral, a cerca do tema Africanidades.
Queremos facilitar a aplicação da lei: 10.639/03 , assinada e promulgada em 2003 que define que a temática afro-brasileira é obrigatória nos currículos dos ensinos fundamental e médio, pretendemos, a partir das oficinas e intervenções promovidas pelos oficineiros participantes do CyberQuilombo, aplicar pílulas de ações dentro das escolas que promovam reflexões sobre a importância da participação do negro na nossa sociedade.

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videoaula “Introdução ao pensamento de Frantz Fanon”

“(…) Não basta apenas eu mudar a minha visão de mundo para que eu deixe de ser alienado, é preciso mudar o mundo. Porque para ele (Fanon) a luta não é só uma luta de ideias, é uma luta prática.”

videoaula: “Introdução ao pensamento de Frantz Fanon”, com o doutor em sociologia e integrante do Grupo Kilombagem, Deivison Nkosi

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